Em memória de honra, após 11 anos do ataque as Torres Gêmeas no dia 11 de setembro, uma empresa preparou um vídeo com lapso de tempo que mostra toda a construção do One World Trade Center. Após a sua conclusão, o prédio será o mais alto dos Estados Unidos, estando a uma altura simbólica de 1.776 pés (541,3m). Confira o vídeo.
A Mutual, empresa fundada após a abertura do mercado brasileiro às importações em 1994, conta hoje com escritórios na China e EUA. Atua na área de comércio internacional, oferecendo uma grande gama de serviços que vão desde a pesquisa, o desenvolvimento, acompanhamento e comercialização dos produtos. Com um serviço eficaz, a Mutual conta com uma carteira de clientes em diversos segmentos, oferecendo a cada um deles serviço personalizado.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Vídeo da reconstrução das Torres Gêmeas após atentado.
Em memória de honra, após 11 anos do ataque as Torres Gêmeas no dia 11 de setembro, uma empresa preparou um vídeo com lapso de tempo que mostra toda a construção do One World Trade Center. Após a sua conclusão, o prédio será o mais alto dos Estados Unidos, estando a uma altura simbólica de 1.776 pés (541,3m). Confira o vídeo.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
País tem 30% das escolas em alerta
A rede pública de São Paulo teve em 2011 a 3.ª melhor nota do país no
Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no ciclo 2 do ensino
fundamental, de 5ª à 8ª série, mas 30% de suas escolas estão
estacionadas, em estado de alerta: não avançaram na nota, não bateram
suas metas e não chegaram ao Ideb 6 - a meta do país para 2021.
O porcentual paulista é igual ao do Brasil. No país, 30% das escolas dessa fase também estão em alerta. Nas unidades de 1.ª à 4.ª série, o quadro é um pouco melhor: são 20% nessa situação.
A classificação em níveis qualitativos, recém-criada pela Meritt
Informação Educacional, oferece uma leitura mais adequada da qualidade
das escolas brasileiras.
"Precisamos comparar escolas com elas mesmas. Ter duas escolas com a mesma nota, por exemplo, não significa que estão na mesma situação", explica o diretor da Meritt Alexandre Oliveira.
Por isso, o método cruza três critérios da evolução das escolas para
entender melhor os dados do Ideb: crescimento no índice, cumprimento das
metas para o ano e o Ideb 6. A combinação desses critérios coloca as
escolas em determinado nível qualitativo.
A divisão funciona assim: caso a escola não tenha cumprido nenhum dos critérios, a situação é de alerta. Se pelo menos dois dos critérios foram cumpridos, a situação é de atenção.
Ter evoluído com a nota e ficado acima da meta, mesmo que abaixo de 6, é positivo e recebe a classificação manter.
Na classificação excelente estão as escolas que cumpriram todos os critérios.
A distribuição das escolas entre os níveis mostra grandes desafios,
principalmente na fase 2 do ensino fundamental. Nas escolas de 5ª à 8ª
série, além de 30% em alerta, 7.584 estão em atenção. Ou seja, só
evoluíram em um ou dois critérios. Dessas escolas, metade só cumpriu a
meta para aquele ano - sem evoluir.
No ciclo 1 do fundamental, de 1ª à 4ª série, há 27% das escolas no nível de atenção - além dos 20% em alerta. A boa notícia é que 43% das escolas (15.322 unidades) conseguiram crescer no Ideb e bater suas metas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Fonte: Exame.com
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
As novas tendências de consumo da América Latina
O conceito de flexlife, o acúmulo de experiências, a conexão das marcas
com as suas raízes folclóricas e o Brand Government são alguns dos
conceitos que devem ditar as tendências de
consumo na América Latina para os próximos anos. Um estudo promovido
pela trendwatching.com mostra que os consumidores estão cada vez menos
interessados no comprometimento com as marcas, enquanto as empresas se
esforçam para oferecer serviços mais flexíveis e customizados.
O estudo aponta uma tendência crescente das pessoas migrarem para os
seus mundos particulares, dando uma maior importância para o estilo
flexlife, no qual há uma multiplicação nas opções de escolha por
serviços sem o comprometimento. O mercado de academias já vem mudando
para se enquadrar nesse novo estilo de vida, oferecendo além dos
tradicionais pacotes de horários, opções de vouchers individuais, os gym
passes, que permitem aos frequentadores adquirirem aulas em separado,
em qualquer unidade e horário de suas redes.
Essa mudança de comportamento remete ao conceito de acumular
experiências e muda o patamar do que é considerado luxo. “Daqui para a
frente, a tendência é que o luxo esteja cada vez mais ligado à ideia de
flexibilidade, com consumidores escolhendo livremente as opções que
desejam na hora que querem. Essa liberdade hoje custa mais caro, como no
caso das companhias aéreas, onde mudar de horário em cima da hora
implica em taxas. Mudar de ideia custa mais caro e a tendência é que
isso mude”, explica Luciana Stein, diretora para a América Latina da
Trendwatching.
DRIVERS DE STATUS
Outra tendência apontada para o futuro da América Latina é o conceito de praticidade e velocidade. Nascidas com os fastfoods, as características permaneceram adormecidas por algum tempo e agora vêm sendo retomadas. Em contrapartida, para alguns serviços a lentidão está também associada ao luxo. Lojas como a Daslu, por exemplo, lidam com a menor velocidadee a tranquilidade como uma forma de aumentar a experiência e gerar uma relação com a marca.
No futuro, os drivers de status devem passar por uma modificação com a
ascensão social e econômica geradas pela educação. “O luxo no Brasil
está muito ligado ao desenvolvimento pessoal. O desejo de crescimento
profissional faz com que as pessoas busquem na educação uma expansão de
fronteiras. Com isso temos um crescimento nas ferramentas de
crowdlearning, onde o saber se multiplica com facilidade, como no caso
das operadoras de celular que oferecem cursos nos smartphones dos
clientes”, afirma Luciana Stein.
Outra tendência de consumo em crescimento é o desejo de associar vendas
com formas de retribuir os consumidores dentro dos conceitos de Brand
Government, com o qual marcas surgem como provedoras de serviços que
antes cabiam apenas aos governos. O principal diferencial buscado com
isso é a visão de generosidade.
Em maio deste ano, a Continental usou esta estratégia para divulgar a
linha de lavadoras de roupas Aqua, que promete um menor desperdício de
água. A marca preparou uma ação no Facebook e, cada “curtida” na página
era convertida em um litro de água. Ao final, um caminhão pipa foi
adesivado com as fotos de todos os consumidores participantes e doado
para uma comunidade carente.
Retribuição social
O interesse dos consumidores mais com os propósitos que com as marcas propriamente ditas está em crescimento. A ONG Tetcho, que atua na América Latina convidando pessoas a ajudarem na construção de casas em locais de situação social vulnerável, também promove ações que exemplificam esse caminho. Como retribuição pela participação no programa, a ONG mandou gravar os nomes dos voluntários nos pregos utilizados nas moradias. “O que queremos com esses exemplos é mostrar que as pessoas hoje estão cada vez mais voltadas para uma causa. O conceito de status deriva mais do que se tem que suar para conquistar”, diz a diretora da Trendwatching.
A empresa aponta como novo comportamento a migração das marcas para as
suas origens, além do orgulho de suas criações. Um conceito recente,
chamado no estudo de souvenir 2.0, lança produtos relacionados a saberes
e está ligado à Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016. A Embratur
criou recentemente um aplicativo dentro desta linha: o game Brazil Quest
divulga o país por meio de um personagem que convida moradores de
outros locais para conhecerem as principais cidades brasileiras.
ORGULHO PELO REGIONAL
Criada com a ideia de representar a identidade carioca, a marca
“TerraVixta”, que conta com loja no Facebook, também usa o mesmo
conceito do orgulho pelo regional, produzindo peças de decoração em
madeira sustentável. “Este é um exemplo interessante da busca por
oferecer itens regionais com maneiras mais refinadas para se mostrar. Os
valores agregados estão na sustentabilidade e no corte a laser das
peças”, aponta Luciana Stein.
Apesar das marcas estarem se voltando para as suas origens como uma
forma de obter status e autenticidade, o estudo da Trendwatching mostra
que o Brasil ainda não segue largamente essa tendência, o que pode ser
um indicativo de que o país ainda não se sente totalmente parte da
América Latina.
“Antes, uma marca que queria evoluir tinha que se mostrar global e
escondia os seus traços latinos. Hoje o que vemos é justamente o
contrário. Aquelas que mostram sua identidade folclórica se fortalecem. É
o que chamamos de ‘latinlove’. Isso ainda não acontece tanto no Brasil.
O país continua se sentindo o americano da América Latina. A tendência,
no entanto, é que isso mude no futuro”, diz a diretora do
Trendwatching.
Fonte: Exame.com
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
4 razões para rir mais no trabalho
Quem trabalha em uma empresa de cultura mais sisuda e já teve a oportunidade de conhecer um ambiente de trabalho mais descontraído, onde há bom humor (e risadas são permitidas), nota logo a diferença. Alguns estudos recentes comprovam que sorrir ajuda a fazer conexões, dá dinheiro e, além de tudo, faz bem à saúde. Veja abaixo:
MAIS SÉRIAS
84% dos homens afirmam rir muito. Já entre as mulheres, apenas 68%
dizem o mesmo. Elas acreditam que é arriscado demonstrar muita alegria
no trabalho pega mal. Enganam-se: os homens entrevistados afirmam que
não as considerariam menos sérias ou menos competentes se elas rissem
com mais frequência.
O CHEFE RI, TODOS RIEM
O escritor americano Robert R. Provine, autor do livro Laughter: A
Scientific Investigation ("Risada: uma investigação científica", em
tradução literal para o português), descobriu o que todo funcionário já
sabe: quando o líder faz uma gracinha, seus funcionários riem muito mais
do que quando um colega conta a mesma anedota
SORRIR FAZ BEM AO CORAÇÃO
Ao comparar as atitudes de 150 pessoas que sofreram infarto e 150 pessoas sadias, Michael Miller, cardiologista da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, chegou a uma conclusão: quem dá mais gargalhadas evita problemas cardíacos.
QUEM RIR POR ÚLTIMO GANHA MAIS
O pesquisador Fábio Sala, da Universidade de Boston (EUA), conduziu um estudo com executivos avaliados como excelentes e medianos. Os profissionais acima da média foram, durante a entrevista, duas vezes mais bem-humorados que os executivos de desempenho mediano. Ao analisar os salários dos entrevistados, Fábio percebeu que os que riram mais ganham mais.
Fonte: Exame.com
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Brasil deve passar por profundas mudanças na economia nos próximos anos
O Brasil vai atravessar, nos próximos
três ou quatro anos, uma grande mudança na área financeira, disse na
segunda-feira (23) o economista Ernani Teixeira Torres Filho, do
Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro
(IE/UFRJ)
“A
queda da taxa de juros é só a cereja do bolo que faltava para o mercado
mudar e tornar o Brasil mais parecido com o resto do mundo”, disse
Torres Filho, ex-superintendente da Área de Pesquisa Econômica do Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele participou
do seminário O Brasil e o Mundo em 2022, evento comemorativo aos 60 anos
do BNDES.
Torres
Filho acredita que as empresas e bancos vão começar a mudar e, nesse
cenário, o BNDES também vai se transformar. “Ele [o BNDES] não vai
crescer como um banco de crédito da mesma forma, porque o país vai em
direção a utilizar créditos securitizados [títulos do Tesouro Nacional,
emitidos em decorrência de recebimento e renegociação de dívidas da
União assumidas por força de lei]. As empresas vão começar a lançar mais
títulos”.
Com
isso, o mercado de títulos no Brasil, que ainda é reduzido e controlado
por bancos, na opinião do professor da UFRJ, tende a crescer e o BNDES
acompanhará essa transição. A tendência é que o BNDES se firme cada vez
mais como um banco de fomento de longo prazo.
A
ideia é que o BNDES seja um banco de longo prazo, mas com
flexibilidade. ”Ele tem que ser um banco capaz de ocupar espaços ou de
responder à necessidade da economia a cada momento. Se o mercado privado
se retrai e não dá crédito curto, eu acho que o BNDES entra, dá crédito
curto, e sai”. Torres Filho acredita que assim que o mercado privado se
aproximar do financiamento de mais longo prazo, o BNDES dará crédito
ainda mais longo.
O
professor da UFRJ advertiu que em uma concorrência aberta, dificilmente
o BNDES terá capacidade de concorrer de igual para igual com o mercado
privado, porque não tem as contas dos clientes nem todos os produtos
financeiros que a rede privada oferece. “Ele [BNDES] tem uma
especificidade. A flexibilidade de um banco que tem 20% do sistema de
crédito na mão não é pouca coisa”, acredita.
Torres
Filho reiterou que para cumprir o seu papel de banco de fomento, o
BNDES precisa ser flexível. Para ele, os 60 anos do BNDES, completados
este ano, mostram que a trajetória da instituição foi clara nessa
direção.
Fonte: Exame.com
Fonte: Exame.com
terça-feira, 10 de julho de 2012
China continua sendo atrativa para investimento estrangeiro direto em 2012
A Conferência para o Comércio e
Desenvolvimento da ONU divulgou nessa quinta-feira (5) o Relatório de
Investimento Mundial de 2012. De acordo com o documento, a China continua sendo
o país mais atraente para investimentos diretos estrangeiros.
Segundo o
editor-chefe do Relatório, James Zhan, entre os eleitos preferidos por
companhias transnacionais, China, Estados Unidos e Índia são os três primeiros
colocados no ranking mundial.
Apesar de
seu investimento estrangeiro direto ter batido o recorde histórico em 2011, a
China registrou um ritmo de crescimento de 8%, mais baixo em comparação com o
crescimento mundial de 16% e com o de 11% dos países em desenvolvimento. No
investimento exterior, a China teve a primeira queda desde 2003, reduzindo 5%
em relação ao mesmo período do ano anterior.
Para Zhan, a
queda representa desafios para a China atrair investimento estrangeiro e
investir no exterior em consequência das dificuldades e incertezas econômicas
do mundo. O protecionismo no investimento é uma das razões que impedem empresas
chinesas de sair do país.
Zhan prevê
uma desaceleração do crescimento de investimentos estrangeiros diretos em 2012.
Se não houver agitação na macroeconomia, o investimento direto global irá
chegar a US$1,8 trilhão em 2013 e US$1,9 trilhão em 2014.
De acordo com a Conferência para o Comércio e Desenvolvimento da ONU, países desenvolvidos, nações em desenvolvimento e blocos econômicos em transformação irão manter alto nível de investimento nos próximos três anos.
Fonte: Portuguese.cri
terça-feira, 3 de julho de 2012
Missão reforça parceria Brasil-China na área de Ciência, Tecnologia e Inovação
Entre os
dias 2 e 6 de julho, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco
Antônio Raupp, se reúne com os ministros chineses de Ciência e Tecnologia, Wan
Gang, e de Indústria e Tecnologia da Informação, Miao Wei e Chen Qiufa, em
Pequim, para discutir temas como Nanotecnologia, Biotecnologia e a continuidade
do programa CBERS (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres).
Na missão
do Brasil à China, o ministro Raupp estará acompanhado do diretor do Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Leonel Perondi, e do presidente da
Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho.
Na agenda
dos brasileiros estão programadas visitas à Academia Chinesa de Tecnologia
Espacial (CAST), à Administração Nacional de Espaço da China (CNSA) e ao Centro
Espacial Chinês, onde se encontra o satélite CBERS-3, que tem lançamento
previsto para o final deste ano. A parceria espacial entre Brasil e China,
iniciada em 1988, garantiu a ambos o domínio da tecnologia do sensoriamento
remoto para observação da Terra.
Fonte: TN petróleo
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