A Mutual, empresa fundada após a abertura do mercado brasileiro às importações em 1994, conta hoje com escritórios na China e EUA. Atua na área de comércio internacional, oferecendo uma grande gama de serviços que vão desde a pesquisa, o desenvolvimento, acompanhamento e comercialização dos produtos. Com um serviço eficaz, a Mutual conta com uma carteira de clientes em diversos segmentos, oferecendo a cada um deles serviço personalizado.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Feitos um para o outro
Nas relaçoes comerciais, o Brasil e a China fazem um parzinho perfeito, uma espécie de Yin-Yang dos negócios globais. Aqui, eles encontram tudo de que precisam: Minérios, commodities e petróleo. Isso sem contar o mercado consumidor nada desprésivel, sedento por produtos baratos, e o fato de o país ser um imenso tapete vermelho para o acesso à América Latina. Por isso, a corrente comercial entre as duas nações deu um salto superior a 50% desde 2009.
Fonte: Negócios Ed. Abril
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Esqueça as bugigangas
O mundo gira e a competitividade chinesa já não se limita a fatores como a
mão de obra barata. As grandes empresas do país asiático estão dando um banho
em quesitos como tecnologia - principalmente quando aplicadas a produtos
populares. Um dos segredos dos preços baixos da fabricante Chery é o conjunto
formado pelo motor e câmbio ( powertrain, no jargão). O domínio da produção
desse sistema derruba até 30% o custo final do automóvel. Graças, a vantagens
desse calibre, a empresa garante que vai construir uma fábrica de automóveis no
Brasil, independentemente do aumento do IPI, anunciando para o setor em
setembro do ano passado. A nova planta deve ser erguida em Jacareí, no interior
paulista.
O investimento soma US$ 400 milhões. A companhia negocia o fornecimento de
peças ( além da dupila câmbio-motor) com indústrias instaladas no Brasil.
" também estudamos a possibilidade de trazer nossos parceiros da
China" diz Luís Curi, diretor comercial da empresa no Brasil. "
Queremos criar um parque industrial em torno da nossa nova planta ". A
produção em Jacareí deve atingir 150 mil carros por ano e está prevista para
começar em dezembro 2013.
O salto industrial da Chery foi impressionante. Ela foi criada em 1997, a
partir da compra uma antiga linha de montagem da Ford. Hoje, produz 643 mil
automóveis em 15 fábricas, sendo 13 fora da China. No exterior, todas,
porém todas são do tipo CKD (completely knock-down). Nelas não há propriamente
produção local. O carro chega ao país de destino sob a forma de um kit,
desmontando em um contêiner. A única planta industrial que foge desse padrão é
a prevista para funcionar no interior paulista.
Fonte: Revista Negócios Ed. Abril pág 75
quinta-feira, 26 de abril de 2012
China busca comércio equilibrado e de ganhos mútuos em 2011-2015
Hoje o principal parceiro comercial do Brasil é a China e vice-versa. Os dois países pertencentes ao BRIC são apontantados constantimente pela mídia especializada como as duas potências emergentes mais promissoras, mas enquanto o Brasil ainda tenta desenvolver uma política clara de crescimento o gigante asiático depois crescer absurdamente vem à custo de muita disciplina buscando um equilibrio econômico.
A China irá buscar um desenvolvimento balanceado, progressivo e mutuamente benéfico do comércio estrangeiro, a partir de agora até 2015, de acordo com um plano oficial divulgado na quinta-feira.
O país irá obter um progresso substancial na promoção do
crescimento estável e equilibrado do comércio, sob um programa para o
comércio exterior durante o 12º Plano Quinquenal (2011-2015), divulgado
pelo Ministério do Comércio.
Espera-se que as importações e exportações apresentem um
crescimento estável durante os cinco anos, com o volume total do
comércio crescendo a uma taxa média anual de cerca de 10% e atingindo
US$ 4,8 trilhões até 2015.
"A situação da balança comercial continuará a melhorar", disse o ministério.
A China vai implementar uma estratégia de importação ativa e administrar propriamente os conflitos comerciais com todos os parceiros para obter uma situação de benefício mútuo, de acordo com o plano.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
A profissionalização do comércio exterior
O debate envolvendo a regulamentação de profissões não é algo novo e a criação de conselhos para atuar nos interesses destes profissionais traz muita polêmica.
Os especialistas são unânimes em afirmar que uma profissão regulamentada só traz benefícios para os profissionais e, principalmente, para as empresas que os contratam. Ter uma profissão amparada por um registro significa dizer que ela é protegida por leis e tem a fiscalização do poder público e dos conselhos profissionais.
Para se regulamentar uma profissão, primeiro é levado em conta se este exercício profissional da área pode causar algum dano social ou criar riscos a vidas humanas. Depois, para a defesa da sociedade, é imposto o cumprimento de cursos específicos de nível superior e a criação de um conselho profissional.
Alguns críticos afirmam que não é necessário ter diploma de nível superior e se sujeitar aos rigores de um conselho para ser um bom profissional e ter as portas abertas para o sucesso. Ledo engano, pois esquecem que sem a devida regulamentação e a conduta de fiscalização das entidades competentes, é possível que a sociedade fique à mercê da própria sorte e de profissionais que poderão não cumprir as exigências estabelecidas em lei.
Não se pode afirmar que uma profissão que ainda não foi regulamentada é melhor ou pior do que as demais áreas que já foram. Porém, a criação de um conselho profissional dificulta a atuação dos maus profissionais, além de certificar para as empresas e para a sociedade a qualificação destes que já foram registrados.
Recentemente, os Cursos Superiores de Tecnologia em Comércio Exterior obtiveram uma vitória que há quase uma década era esperada: O Conselho Federal de Administração passou a reconhecer como profissão regulamentada, através da Resolução Normativa nº 374/2009, os profissionais de comércio exterior formados em cursos de graduação tecnológica reconhecidos pelo MEC.
Além do comércio exterior, diversas outras modalidades de Cursos Superiores de Tecnologia foram contempladas com a norma do CFA.
No passado, precisamente até a década de 80, a formação profissional era essencialmente através de treinamentos para a produção em série e padronizada. No começo da década de 90, as novas formas de gestão mudaram o mundo de trabalho, exigindo muito mais preparação e foco nesse novo modelo educacional.
Foi neste momento que se criou a educação tecnológica, oferecendo características diferenciadas de acordo com o perfil do profissional e estreita ligação com as reais necessidades do mercado.
Um tecnólogo é um profissional formado em um curso superior de tecnologia. Esta modalidade foi criada pela Lei 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação). No comércio exterior, seu nível de atuação é focado no dia a dia dos negócios internacionais envolvendo as importações e exportações.
Durante o seu curso de graduação, o tecnólogo em comércio exterior adquire as competências essenciais e conhecimentos práticos para gerenciar operações de importação e exportação, tais como: transações cambiais, despacho aduaneiro, gerir fluxos de embarque e desembarque de mercadorias, logística e marketing internacional.
A aprovação do registro profissional nos Conselhos Regionais de Administração para o Curso Superior de Tecnologia em Comércio Exterior adiciona novas perspectivas de mercado para o profissional de comércio exterior, que deve se manter atento em 2010, pois será para o comércio exterior brasileiro um ano de redenção e com enormes expectativas de crescimento dos nossos negócios externos.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Mutual International ganha destaque no Jornal O Povo
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Cultura chinesa: Conheça o Qingming Festival
O costume importante na Qingming Festivak é a varrição dos túmulos. De acordo com a religião popular, os espíritos dos antepassados motos ainda vivem sob a terra e cuidam da família; os túmulos seriam suas casas, assim é muito importante manter os túmulos limpos.
O Festival Qingming é feito para honrar os mortos, que é uma das muitas dos bons confucionistas demonstrarem piedadade filial. Neste dia, as pessoas visitam os túmulos de sesus familiaires para remover qualquer mato que cresceu. Eles arrancam as ervas daninhas perto dos cemitérios, limpam lápides e decoram os túmulos com flores frescas. E então eles definem as oferendas de dinheiro e comida.
O Festival Qingming é feito para honrar os mortos, que é uma das muitas dos bons confucionistas demonstrarem piedadade filial. Neste dia, as pessoas visitam os túmulos de sesus familiaires para remover qualquer mato que cresceu. Eles arrancam as ervas daninhas perto dos cemitérios, limpam lápides e decoram os túmulos com flores frescas. E então eles definem as oferendas de dinheiro e comida.
A origem do Qingming é creditada ao Imperador Tang Xuanzong em 732 com o intuito de parar as cerimônias extravagantes e ostensivamente caro que os chineses mais ricos faziam durante o ano em honra de seus antepassados. O Imperador Xuanzong decretou que esses ritos deveriam ser formalmente raalizados em uma época específica: A Qingming.
O Festival de Qingming é uma oportunidade para os chineses de lembrar e honrar os seus antepassados . Jovens e velhos rezam , varrem os túmulos e fazem oferendas aos seus antepassados como: chá, vinho, incenso , acessórios e outros mimos.
Os ritos têm uma longa tradição na Ásia, especialmente entre os agricultores. Algumas pessoas carregam ramos de salgueiro com eles em Qingming, ou colocam ramos de salgueiro em na porta de casa. Eles acreditam que os ramos de salgueiro ajudam a afastar o espírito mau que vagueia em Qingming.
Em Qingming as pessoas vão de passeios em família, iniciar a lavoura primavera, cantar e dançar. O festival também é o momento para que jovens casais se cortejem. Outra coisa popular é empinar
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