Yong Ho Ji, é um artista coreano conhecido por suas esculturas realistas. Neste trabalho o que surpreende é a riqueza de detalhes presentes e o material utilizado. Todas essas culturas usam o pneu como material principal. As inspirações da peças vem de animais e seres mitológicos. Confira mais do artista em sua página oficial.
A Mutual, empresa fundada após a abertura do mercado brasileiro às importações em 1994, conta hoje com escritórios na China e EUA. Atua na área de comércio internacional, oferecendo uma grande gama de serviços que vão desde a pesquisa, o desenvolvimento, acompanhamento e comercialização dos produtos. Com um serviço eficaz, a Mutual conta com uma carteira de clientes em diversos segmentos, oferecendo a cada um deles serviço personalizado.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Esculturas magníficas feitas a partir de pneus
Yong Ho Ji, é um artista coreano conhecido por suas esculturas realistas. Neste trabalho o que surpreende é a riqueza de detalhes presentes e o material utilizado. Todas essas culturas usam o pneu como material principal. As inspirações da peças vem de animais e seres mitológicos. Confira mais do artista em sua página oficial.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
6º Salão itinerante das motopeças começa hoje
Estarão presentes no evento fabricantes, varejistas e importadores de motopeças e acessórios para moto. O evento trás várias tendências e lançamentos, além de estreitar as relações entre fabricantes e comerciantes. Segundo o presidente da Anfamoto, Orlando Leone, as regiões que recebem o salão tem suas vendas ampliadas em 40%, o que é um grande estimulo para o mercado local.
Campina Grande foi escolhida como sede do evento por estar localizada na região Centro-Oeste, que segundo dados estatísticos esta em grande expansão no mercado sobre duas rodas, aumentando sua frota de veículos, além de a cada ano o número de emplacamentos subir em 10%.
Visite o site oficial do evento para mais informações: www.itineranteanfamoto.org
Visite o site oficial do evento para mais informações: www.itineranteanfamoto.org
terça-feira, 26 de março de 2013
Fortaleza terá Plano Diretor Cicloviário até maio de 2014
Atualmente, a Capital cearense dispõe de 73,9 km de ciclovias do Município, Estado e União. A meta é ofertar mais 39,8 km de espaços exclusivos para o modal.
Estão previstos a implantação de 15 km de pistas exclusivas, além dos 34 km existentes sob a gerência do Município e dos 24,8 km das obras do Transfor. O termo indica a realização de um diagnóstico sobre as necessidades da cidade com relação às ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. A interligação das pistas já existentes e totalmente desconectadas umas das outras, é outro item em pauta.
A bicicleta é um meio de transporte defendido por muitos no Brasil por ser barata, ecológica, saudável e de grande mobilidade. Apesar disso, o País apenas engatinha em comparação com outras cidades no mundo nas ações concretas para não só incentivar o uso do modal como também implantar espaços seguros e apropriados.
Fortaleza, por exemplo, lidera, em termos de extensão, a rede de ciclovias no Nordeste. São 73,9 km de pistas exclusivas, incluindo as de responsabilidade do Município, Estado e União. No entanto, a Capital cearense está na lanterna quando se trata de formular política que integra todos os sistemas de transporte, valorizando o uso da bicicleta.
Recife, com apenas 13,5 km de ciclovias, e Salvador, com 20 km, já colocaram em prática seus planos cicloviários. A capital pernambucana conta, a partir deste domingo, com uma ciclofaixa móvel com 25,5 quilômetros de extensão, totalmente sinalizada, monitorada e com infraestrutura de apoio. Além de espaço próprio e segurança, os pedaleiros terão, ainda, quase 200 bicicletas disponíveis para aluguel: 100 do projeto Porto Leve, em funcionamento no Bairro do Recife desde o início do ano, e outras 60 disponibilizadas ao compartilhamento por um banco, numa parceria com a empresa Serttel.
Salvador tem o Projeto Cidade Bicicleta e criará mais 217 km de ciclovias na capital baiana. Já Aracaju foi eleita a "capital da qualidade de vida" pelo Ministério da Saúde. A cidade se orgulha de ser a capital com a maior rede cicloviária proporcional à população, com 70 km de vias para 600 mil habitantes, e a previsão é de chegar aos 100 km interligados ainda neste ano.
Teresina (Piauí) conta com 50 km e, segundo a Prefeitura local, a meta é dobrar a oferta, além de melhorar as condições das vias já existentes. João Pessoa (Paraíba) tem 44km de ciclovias, seguida por Maceió (Alagoas), com 30 km; São Luiz (Maranhão), com 24,5km e Natal (Rio Grande do Norte), com 21,8 km de pistas para as bikes.
Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1246340
Estão previstos a implantação de 15 km de pistas exclusivas, além dos 34 km existentes sob a gerência do Município e dos 24,8 km das obras do Transfor. O termo indica a realização de um diagnóstico sobre as necessidades da cidade com relação às ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. A interligação das pistas já existentes e totalmente desconectadas umas das outras, é outro item em pauta.
A bicicleta é um meio de transporte defendido por muitos no Brasil por ser barata, ecológica, saudável e de grande mobilidade. Apesar disso, o País apenas engatinha em comparação com outras cidades no mundo nas ações concretas para não só incentivar o uso do modal como também implantar espaços seguros e apropriados.
Fortaleza, por exemplo, lidera, em termos de extensão, a rede de ciclovias no Nordeste. São 73,9 km de pistas exclusivas, incluindo as de responsabilidade do Município, Estado e União. No entanto, a Capital cearense está na lanterna quando se trata de formular política que integra todos os sistemas de transporte, valorizando o uso da bicicleta.
Recife, com apenas 13,5 km de ciclovias, e Salvador, com 20 km, já colocaram em prática seus planos cicloviários. A capital pernambucana conta, a partir deste domingo, com uma ciclofaixa móvel com 25,5 quilômetros de extensão, totalmente sinalizada, monitorada e com infraestrutura de apoio. Além de espaço próprio e segurança, os pedaleiros terão, ainda, quase 200 bicicletas disponíveis para aluguel: 100 do projeto Porto Leve, em funcionamento no Bairro do Recife desde o início do ano, e outras 60 disponibilizadas ao compartilhamento por um banco, numa parceria com a empresa Serttel.
Salvador tem o Projeto Cidade Bicicleta e criará mais 217 km de ciclovias na capital baiana. Já Aracaju foi eleita a "capital da qualidade de vida" pelo Ministério da Saúde. A cidade se orgulha de ser a capital com a maior rede cicloviária proporcional à população, com 70 km de vias para 600 mil habitantes, e a previsão é de chegar aos 100 km interligados ainda neste ano.
Teresina (Piauí) conta com 50 km e, segundo a Prefeitura local, a meta é dobrar a oferta, além de melhorar as condições das vias já existentes. João Pessoa (Paraíba) tem 44km de ciclovias, seguida por Maceió (Alagoas), com 30 km; São Luiz (Maranhão), com 24,5km e Natal (Rio Grande do Norte), com 21,8 km de pistas para as bikes.
Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1246340
terça-feira, 12 de março de 2013
Lançamento da Bateria de Lítio W-STANDARD
Lítio – Bateria ferro
O fosfato de ferro de lítio (LiFePO4) da bateria, também chamado LFP da bateria (com "LFP" standing para "ferrophosphate lítio"), é um tipo de bateria recarregável, especificamente uma bateria de íons de lítio, que usa LiFePO4 como material catódico. As baterias LiFePO4 têm densidade de energia um pouco menor do que o design mais comum LiCoO2 encontrados em produtos eletrônicos de consumo, mas oferece vida útil mais longa, e uma melhor potência (a taxa que a energia pode ser extraída deles) e são inerentemente mais seguros. LiFePO4 pode ser usada em diversos tipos de veículos e também como energia de reserva.
A bateria LiFePO4 usa uma química de lítio-ion-derivada e compartilha muitas vantagens com outras químicas de ions de lítio. Existem diferenças significativas. LFP química oferece um ciclo de vida mais longo do que outras de lítio-íon. A utilização de fosfatos evita custos de cobalto e as preocupações ambientais, em particular preocupações com cobalto de entrar no ambiente através da eliminação inadequada.
A densidade de energia (energia / volume) de uma bateria nova de LFP é cerca de 14% mais baixa do que a de uma bateria nova de LiCoO2. Além disso, muitas marcas de LFPs têm uma menor taxa de descarga de chumbo-ácido ou LiCoO2. Como a taxa de descarga é uma percentagem da capacidade da bateria uma taxa mais elevada pode ser conseguida usando uma bateria maior (mais ampères-hora).
As células de LiFePO4 possuem uma taxa mais lenta de perda de capacidade (maior tempo de vida) do que químicas de ions de lítio, como LiCoO2 cobalto ou manganês LiMn2O4 espinélio baterias de lítio-ion polímero ou de lítio-íon. Depois de um ano na prateleira, uma célula LiFePO4 tipicamente tem aproximadamente a mesma densidade de energia, como uma célula de LiCoO2 de ions de lítio, por causa de declínio mais lento de LFP da densidade de energia. Consequentemente, LiFePO4 tem uma densidade mais elevada.
Esta é a lítio - bateria de íon
Evitando o lítio cátodo de óxido de cobalto leva a um número de vantagens. LiCoO2 é um dos componentes mais caros de tradicionais li-íon, dando baterias LFP o potencial para finalmente se tornar significativamente mais barato para produzir. Lítio de fosfato de ferro não há carcinogenicidade, enquanto óxido de lítio-cobalto há porque contém cobalto, que está listado como um possível carcinógeno humano pelo IARC. LiCoO2 pode levar a problemas com a fuga sobreaquecimento e saída de gás, em particular sob a forma de conjuntos de baterias de lítio de polímero, fazendo as baterias que o utilizam sejam mais susceptíveis ao fogo do que as baterias de LFP.
Esta vantagem significa que as baterias LFP não precisa de monitoramento intenso da carga como a tradicional li-ion. Por fim, as baterias LFP tendem a ter menor densidade de energia (~ 60%) em comparação com a tradicional li-ion.
O fosfato de ferro de lítio (LiFePO4) da bateria, também chamado LFP da bateria (com "LFP" standing para "ferrophosphate lítio"), é um tipo de bateria recarregável, especificamente uma bateria de íons de lítio, que usa LiFePO4 como material catódico. As baterias LiFePO4 têm densidade de energia um pouco menor do que o design mais comum LiCoO2 encontrados em produtos eletrônicos de consumo, mas oferece vida útil mais longa, e uma melhor potência (a taxa que a energia pode ser extraída deles) e são inerentemente mais seguros. LiFePO4 pode ser usada em diversos tipos de veículos e também como energia de reserva.
A bateria LiFePO4 usa uma química de lítio-ion-derivada e compartilha muitas vantagens com outras químicas de ions de lítio. Existem diferenças significativas. LFP química oferece um ciclo de vida mais longo do que outras de lítio-íon. A utilização de fosfatos evita custos de cobalto e as preocupações ambientais, em particular preocupações com cobalto de entrar no ambiente através da eliminação inadequada.
A densidade de energia (energia / volume) de uma bateria nova de LFP é cerca de 14% mais baixa do que a de uma bateria nova de LiCoO2. Além disso, muitas marcas de LFPs têm uma menor taxa de descarga de chumbo-ácido ou LiCoO2. Como a taxa de descarga é uma percentagem da capacidade da bateria uma taxa mais elevada pode ser conseguida usando uma bateria maior (mais ampères-hora).
As células de LiFePO4 possuem uma taxa mais lenta de perda de capacidade (maior tempo de vida) do que químicas de ions de lítio, como LiCoO2 cobalto ou manganês LiMn2O4 espinélio baterias de lítio-ion polímero ou de lítio-íon. Depois de um ano na prateleira, uma célula LiFePO4 tipicamente tem aproximadamente a mesma densidade de energia, como uma célula de LiCoO2 de ions de lítio, por causa de declínio mais lento de LFP da densidade de energia. Consequentemente, LiFePO4 tem uma densidade mais elevada.
Esta é a lítio - bateria de íon
Evitando o lítio cátodo de óxido de cobalto leva a um número de vantagens. LiCoO2 é um dos componentes mais caros de tradicionais li-íon, dando baterias LFP o potencial para finalmente se tornar significativamente mais barato para produzir. Lítio de fosfato de ferro não há carcinogenicidade, enquanto óxido de lítio-cobalto há porque contém cobalto, que está listado como um possível carcinógeno humano pelo IARC. LiCoO2 pode levar a problemas com a fuga sobreaquecimento e saída de gás, em particular sob a forma de conjuntos de baterias de lítio de polímero, fazendo as baterias que o utilizam sejam mais susceptíveis ao fogo do que as baterias de LFP.
Esta vantagem significa que as baterias LFP não precisa de monitoramento intenso da carga como a tradicional li-ion. Por fim, as baterias LFP tendem a ter menor densidade de energia (~ 60%) em comparação com a tradicional li-ion.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
A elevação da China a "potência marítima" e sua contribuição para a manutenção da paz mundial
O relatório de trabalho apresentado durante o 18º Congresso Nacional do Partido Comunista da China (PCCh) chamou a atenção de todos pela referência à construção de uma "potência marítima". Como a China sempre é a favor da paz no espaço marítimo, os planos de elevação a "potência marítima" tem um grande significado, realista e estratégico, e favorecem a proteção dos direitos e interesse legais, assim como o salvaguardar da paz mundial.
A China conta com uma linha costeira de 18 mil quilômetros e um território marítimo de mais de 3 milhões de quilômetros quadrados. Já na antiguidade, o país utilizou rotas marítimas para estabelecer uma ponte de amizade com diversas nações. Depois da fundação da Republica Popular da China, a construção da "potência marítima" se tornou um desejo comum do povo chinês. O general da Marinha, Yin Zhuo, disse que a elevação a "potência marítima" faz parte de um projeto a longo prazo para o país desenvolver um melhor sistema de segurança e aproveitar os recursos do mar para fortalecer a economia.
"O oceano é muito relevante para assegurar a segurança e estabilidade do país. A elevação a potência marítima, formulada durante o 18º Congresso Nacional do PCCh, indicou a direção para desenvolver a civilização e cultura marítima, e tem um grande significado estratégico a longo prazo."
O termo potência marítima significa que o país tem a força e capacidade para explorar, utilizar, proteger e administrar o oceano. O general Yin Zhuo assinalou que atualmente, em vez de ser uma "potência marítima", a China continua a ser um país com um grande território marítimo. Para realizar tal objetivo, o país ainda tem muito trabalho pela frente.
"No desenvolvimento cientifico e tecnológico da indústria do mar, investigação marítima e oceânica, a China continua atrasada em comparação com os países desenvolvidos. Vamos intensificar o nosso sistema de defesa e exploração marítima, para que a China se torne uma verdadeira potência marítima."
Com a proposta chinesa para se tornar uma "potência marítima", a imprensa estrangeira está mais atenta à envergadura militar do país. Sobre isso, o general Yin Zhuo apontou que a China tem se esforçado pela paz marítima. Em 2009 o país avançou com a proposta do "oceano harmonioso", e a idéia de "potência marítima" surge como uma sucessão.
"O termo potência marítima não significa que o país irá invadir outras nações. Estamos desenvolvendo a potência marítima com intenções unicamente de defesa nacional, sem intenções de agressão. Isto é, vamos salvaguardar a Carta da ONU e todos os direitos e interesses estipulados pela Lei Internacional e Nacional. As nossas forças de defesa nacional não irão roubar os direitos e interesses legais dos outros. Isso é o conceito fundamental da defesa nacional. Depois de a China se tornar uma potência, somente iremos salvaguardar nossos direitos e interesses legais, em vez de agredir os outros."
O século XXI é o século do mar. A elevação a potência marítima constitui uma necessidade para o desenvolvimento econômico, social e cultural. Sendo um país responsável, a China sempre é uma força positiva no salvaguardar da paz mundial. A intensificação da defesa nacional tem como objetivo salvaguardar o desenvolvimento pacífico do país, bem como contribuir ainda mais para a paz mundial.
Tradução Xia Ren
Revisão João Pimenta
Via: portuguese.cri.cn
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
China vai persistir na política externa de cooperação e benefício mútuo
O 18º Congresso Nacional do Partido Comunista da China (PCCh) está sendo realizado em Beijing, capital chinesa. A política externa que o país vai adotar está entre os temas de maior interesse mundial.
O relatório feito pelo secretário-geral do Comitê Central do PCCh, Hu Jintao, durante a abertura do evento, esclareceu que a China vai se esforçar para que o próprio desenvolvimento beneficie os países vizinhos. O pesquisador do Instituto de Estratégia Internacional da China, Gao Zugui, destaca que o país sempre persiste na política de boa vizinhança. As cooperações de benefício mútuo com os vizinhos fizeram com que a China se tornasse o maior parceiro comercial da maioria deles. O país também vai continuar promovendo as colaborações com os países da região:
"Com o crescimento econômico rápido da China, não só os arredores, como também o mundo, foram beneficiados. No futuro, a China deve pensar como melhor favorecer a região. Há uma grande oportunidade nesta área. Por exemplo, a transformação do modelo de desenvolvimento vai resultar no aumento significativo da importação e do investimento no exterior."
O território chinês e os interesses marítimos têm estado entre as principais divergências entre a China e os países vizinhos nos últimos anos. O vice-diretor da Universidade dos Assuntos Estrangeiros da China, Qin Yaqing, explicou o ponto de vista chinês:
"O relatório de Hu Jintao destacou que devemos proteger os interesses marítimos, o que é muito importante. Todos os países soberanos devem fazer isso. O relatório também apontou que a nossa estratégia militar é de característica defensiva. Essa política nunca mudou. É uma posição básica da China resolver as questões relacionadas ao território através de negociações e consultas. Acho que o governo chinês nunca vai alterar essa política."
Quanto às relações entre a China e os maiores países no futuro, o relatório definiu a política de "promover a construção de um novo tipo de laços com estabilidade duradoura e desenvolvimento saudável". Esta expressão foi colocada pela primeira vez em um relatório de congressos nacionais do PCCh. Vale notar que, nos últimos dez anos, chefes de Estado da China e dos EUA mantiveram 26 encontros. Foram criados e aprimorados mais de 90 mecanismos de diálogo intergovernamental entre os dois países. Ao avaliar as relações sino-norte-americanas, o chanceler chinês, Yang Jiechi, afirmou:
"No novo século, os dois lados devem promover as relações bilaterais a partir dos interesses fundamentais do povo dos dois países e os interesses comuns da população mundial. Acho que é preciso deixar de lado o pensamento da guerra fria ao abordar esse relacionamento bilateral tão importante."
Em relação aos laços entre grandes países, o pesquisador Qin Yaqing também apresentou seu ponto de vista:
"Todos os países grandes, incluindo os desenvolvidos e os emergentes, devem resolver as questões por meio pacífico e de diálogo. Por um lado, essas nações devem contribuir mais com a humanidade. Por outro, devem lidar com os conflitos e divergências entre si de forma apropriada."
Comentando as disputas sobre as ilhas Diaoyu entre China e Japão, o diretor do gabinete da rede de televisão japonesa, NHK, em Beijing, Inoue Yoichi, pediu calma entre os dois lados.
"Acho que a imprensa japonesa não deve destacar demais a posição contrária à chinesa. O Japão deve considerar como construir um relacionamento apropriado com o país vizinho, ou como conviver com uma China que está se fortalecendo."
(Via: http://portuguese.cri.cn)
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Dados da China mostram que recuperação ganha força
A economia da China avançou ainda mais na estrada da recuperação ante o crescimento mais lento em três anos, mostraram nesta sexta-feira dados para outubro, ao passo que o investimento em infraestrutura acelerou e a produção das fábricas do país cresceram no ritmo mais rápido em cinco meses.
A melhora em importantes indicadores de atividade no mês passado, após sinais de recuperação nos dados de setembro, cimentaram a visão de muitas analistas e investidores de que a recuperação da China está agora ganhando força graças a uma série de políticas pró-crescimento tomadas pelo governo nos últimos meses.
"Está muito claro que não há risco de pouso forçado, que a economia irá melhorar no quarto trimestre e que nós veremos um crescimento de 9 por cento na base anual no primeiro semestre do ano", afirmou à Reuters o economista-chefe e estrategista para Ásia com exceção do Japão do Credit Agricole CIB, Dariusz Kowalczyk.
Esse são sinais fortes de crescimento após sete trimestres consecutivos de desaceleração da atividade puxarem a taxa de expansão econômica para 7,4 por cento no terceiro trimestre --a mais lenta desde o começo de 2009-- deixando a segunda maior economia do mundo a caminho de marcar seu ano mais fraco desde 1999.
A pesquisa da Reuters feita após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre previu crescimento de 7,8 por cento no primeiro semestre de 2013, mas Kowalczyk não está sozinho em posicionar-se acima do consenso --e por estar mais convencido de que os números de outubro são um ponto de virada.
"A questão-chave para os investidores é se o crescimento econômico da China realmente chegou ao ponto mais baixo", afirmou o economista-chefe para a China do Bank of America/Merrill Lynch em Hong Kong, Ting Lu, em nota aos clientes.
"Baseados nos dados de outubro, especialmente a leitura de crescimento de 9,6 por cento da produção industrial, a resposta é com certeza 'sim'", disse Lu, que espera que o crescimento do PIB chinês atinja o ritmo de 8,3 por cento no primeiro semestre de 2013, aumentando em relação à taxa de 7,8 por cento do quarto trimestre.
Os ativos de risco foram, de certa forma, menos enfáticos em sua resposta aos números que mostraram surpresas positivas na produção industrial, investimento em ativos fixos --que tiveram alta de 20,7 por cento nos primeiros dez meses do ano-- e vendas no varejo, que cresceram 14,5 por cento em outubro ante o ano anterior.
Os dados desta sexta-feira, termômetros essenciais tanto da atividade doméstica como da produção do setor industrial da China voltado para exportações, deram mais evidências que o afrouxamento da política funcionou e deixaram espaço para as autoridades fazerem ainda mais se necessário.
A inflação ao consumidor desacelerou para o ritmo mais lento em quase três anos em outubro, com aumento de 1,7 por cento em relação ao ano anterior, menor que a leitura de 1,9 por cento registrada em setembro. Economistas consultados pela Reuters esperavam que a inflação ficasse estável.
Os preços nos portões das fábricas caíram 2,8 por cento em outubro ante o mesmo período do ano passado, um pouco mais rápido do que a previsão de queda de 2,7 por cento, mas aliviando em relação à queda anual de 3,6 por cento vista em setembro, bons resultados para um setor corporativo que luta para lidar com a queda dos lucros devido à deflação dos preços ao produtor.
(Via: Reuters.com)
China prepara projeto piloto de reforma financeira
Reunidos no 18º Congresso Nacional do Partido Comunista da China (PCC), o comando da política do país prepara para esta sexta-feira (9) a aprovação de um projeto piloto de reforma financeira. O projeto será instaurado em Wenzhou, na província de Zhenjiang, para servir como modelo ao restante da China, uma vez que o governo pretende estabelecer nova ordem econômica e financeira.
Pelo projeto, haverá aumento no incentivo à participação de capital privado em bancos locais e instituições não financeiras. Segundo dados oficiais, há 11 bancos cooperativos rurais em Wenzhou e dois deles concluíram reformas internas para a sociedade anônima.
Localizado no Sudeste da China, o município de Wenzhou reúne duas cidades satélites e seis áreas agrícolas, com 9 milhões de habitantes. No século 19, a região se transformou em referência na produção de chá, importante produto no país.
O 18º Congresso Nacional do PCC, que começou na quinta-feira (8), reúne a cúpula política chinesa, incluindo 2.270 delegados, e vai até o dia 14. No congresso serão escolhidos os novos líderes políticos. O atual vice-presidente, Xi Jinping, deverá substituir o presidente Hu Jintao no comando do País e do PCC, dando início a uma nova geração de líderes.
Na segunda quinzena do mês, devem ser definidas as composições do Politburo (a cúpula do partido, com 25 membros) e do Comitê Permanente (com nove integrantes). Na abertura do congresso na quinta-feira (8), o presidente chinês, Hu Jintao, apresentou relatório indicando as prioridades para os próximos anos.
(Via: dci.com)
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Para China, vitória de Obama é oportunidade de melhorar relações
A mídia oficial chinesa afirmou que as relações com os Estados Unidos
não foram equilibradas no primeiro mandato do presidente Barack Obama e a
confiança mútua "diminuiu", mas sua reeleição representa uma
oportunidade de recolocar os laços entre os dois países de volta nos trilhos.
Um comentário divulgado pela agência estatal de notícias
Xinhua, pouco depois de Obama ser reeleito, parecia indicar um certo alívio de
que a continuidade foi assegurada num momento em que os líderes chineses estão
envolvidos com a própria transição de poder. Mas a Xinhua reconheceu que
existem questões amargas entre as duas maiores economias do mundo.
"Já que as duas economias estão cada vez mais
interligadas, um novo governo dos Estados Unidos deveria começar a aprender
como construir um relacionamento mais construtivo e racional com a China",
assinalou a agência.
"O novo governo Obama deveria talvez ter em mente que um
relacionamento mais forte e dinâmico entre os Estados Unidos e a China,
especialmente no comércio, não apenas dará aos EUA ricas oportunidades de
negócios, mas também ajudará a reviver a frágil economia global."
Romney havia feito declarações duras sobre a China durante a
campanha, tendo repetidamente dito que no seu primeiro dia como presidente iria
tratar a China como "manipuladora de moeda".
Em contraste, Obama assumiu um tom menos agressivo. No
entanto, no ano passado ele anunciou um "eixo" dos EUA na direção da
Ásia, tendo como foco a região da Ásia-Pacífico, o que irritou o governo chinês.
Agora, como presidente reeleito, Obama terá de administrar um
relacionamento que inclui um número cada vez maior de questões, incluindo
comércio, moeda e espionagem industrial.
"Com o relacionamento China-EUA em tal turbulência,
ninguém pode prever se (Obama) adotará política mais benigna estratégica,
econômica e politicamente", disse o diretor do Centro para Estudos
Americanos da Universidade Renmin, em Pequim, Shi Yinhong. "É possível,
mas não será necessariamente assim."
Na quinta-feira pelo horário local (quarta-feira pelo horário
de Brasília), a China iniciou o processo de transferência de poder, realizado a
cada dez anos, com a abertura do 18o Congresso do Partido Comunista.
(Tradução Redação São Paulo, 55 11 5644 7729)
REUTERS MTS MPP
Fonte: reuters.com
terça-feira, 30 de outubro de 2012
China vai impulsionar intercâmbios militares com outros países
A China vai impulsionar os intercâmbios militares com outros países, a fim de aprofundar o entendimento mútuo e dissipar dúvidas sobre sua transparência no desenvolvimento dos meios de defesa nacional, disse um especialista citado nesta terça (30) pela imprensa oficial.
Segundo Ruan Zongze, vice-presidente do Instituto de Estudos Internacionais da China, as autoridades governamentais consideram importante aumentar o intercâmbio e a cooperação no terreno militar com outros países e é possível que este aumento seja visível até o final deste ano.
Dessa forma, você pode aprofundar a compreensão mútua e aliviar as preocupações de alguns países, que argumentam que a China não é suficientemente transparente nas forças armadas, disse Ruan, citado no diário China Daily.
Mas o especialista esclareceu que o Japão está excluído dessas trocas, por seu papel na disputa territorial com a China sobre as ilhas Diaoyu, que os dois países enfrentam desde setembro do ano passado, na pior crise desde que restabeleceram relações diplomáticas há 40 anos.
As declarações do especialista ocorrem após o anúncio esta semana da participação da China, pela primeira vez, juntamente com as forças de defesa da Nova Zelândia e Austrália, em exercícios de socorro e ajuda humanitária em situações de desastres, como relatado pela agência de notícias estatal Xinhua.
A China também irá realizar exercícios similares com os Estados Unidos no final de novembro, na cidade de Chengdu, província de Sichuan, palco de frequentes desastres naturais.
De acordo com Su Hao, professor de assuntos globais na Universidade de Relações Exteriores da China, o impulso às relações e à cooperação bilaterais no terreno militar é um sinal do interesse do país em assumir maior responsabilidade na manutenção da paz e estabilidade na região da Ásia-Pacífico.
Além disso, um porta-voz do Ministério da Defesa anunciou hoje que os chefes das academias e universidades de estudos militares neste país e das anções pertencentes à região do Sudeste Asiático se reunirão na capital de 4-8 de novembro próximo.
O tema de discussão na reunião, a ser realizada em ocasião do 16º Fórum Regional da Asean, será encaminhado à estratégia de segurança nacional em um mundo em mudança, disse a jornalistas o porta-voz oficial, Yang Yujun.
Fonte: Prensa Latina
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
24 de outubro, dia das Nações Unidas
24 de outubro é comemorado como Dia das Nações Unidas desde 1948. Em 1971, a Assembleia Geral da ONU recomendou que o dia fosse observado pelos Estados-Membros como um feriado público.
Assista ao vídeo do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon:
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Mudança de pauta torna China líder de exportações ao Brasil
Mesmo com a freada no desembarque de veículos chineses em território brasileiro, a China tornou-se em 2012 o país que mais exporta para o Brasil. Os chineses tomaram o lugar que era historicamente, até o ano passado, dos Estados Unidos. A nova classificação dos chineses, segundo economistas, veio para ficar. A liderança é resultado de uma mudança estrutural de longo prazo na pauta de exportação da China. Além disso, a elevação dos investimentos chineses no Brasil deverá alavancar nos próximos anos o comércio intracompanhias, ainda pequeno entre brasileiros e chineses.
Em 2002 a China era o sétimo fornecedor mais importante do Brasil no mercado internacional, respondendo por 3,3% das importações brasileiras. De lá para cá, a fatia chinesa nos desembarques brasileiros aumentou a cada ano. Em 2012, no acumulado até setembro, a China atingiu participação de 15,2%, com R$ 25,1 bilhões. No mesmo período os Estados Unidos venderam ao Brasil o total de R$ 23,8 bilhões. Os americanos, que tinham fatia de 21,8% há dez anos, têm hoje participação de 14,4% nas importações brasileiras. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).
Welber Barral, ex-secretário de comércio exterior, diz que a pauta de exportação da China para o Brasil se diversificou muito mais que a dos americanos. Em 2002, aviões, helicópteros e suas partes, além de turborreatores estavam entre os principais itens que os brasileiros compravam dos Estados Unidos. Esses bens continuam entre os mais importantes na lista dos itens comprados dos americanos. Há dez anos, o coque e a hulha estavam entre as importações brasileiras mais representativas com origem da China. Atualmente esse produtos deram lugar a manufaturados, como eletrônicos e suas partes, além de material de transporte.
O comércio entre o Brasil e os Estados Unidos, argumenta Barral, mudou menos porque é mais dependente do comércio intracompanhias. A pauta da exportação dos chineses para o Brasil, de forma diferente, reflete a diversificação de produção que aconteceu no país asiático.
Barral estima que os chineses continuarão liderando a exportação ao Brasil, principalmente quando os investimentos do país asiático em território brasileiro amadurecerem. Além da pauta diversificada de exportação dos chineses, a corrente de comércio entre Brasil e China passará a contar também com as trocas intracompanhias. Segundo dados da Renai, orgão do Mdic, a China, em 2011, foi o 12 º país com maior valor em investimentos anunciados no Brasil. A China ficou com 3,8% do valor dos anúncios do ano passado.
O avanço chinês com o comércio intracompanhias, diz José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), deverá se intensificar de forma acelerada nos próximos anos. "O ritmo será alto porque os investimentos chineses estarão em crescimento, bem diferente dos investimentos americanos, que já estão quase todos maturados."
Castro também chama atenção para a mudança da pauta de exportação do país asiático. As vendas da China para o exterior, que antes eram de produtos de baixo valor agregado, ficaram cada vez mais sofisticados, com maior intensidade tecnológica. "As importações da China não são mais de quinquilharias, ou de produtos têxteis e de calçados. Hoje importamos bens de capital chineses."
Dados do Mdic mostram que em 2002 os bens de capital representavam 13,4% das importações brasileiras "made in China". Essa fatia avançou e atualmente alcança 23,4%. Os bens intermediários, que eram 67,3% há dez anos, hoje representam 56,6%. Esse avanço da China nos produtos mais intensivos em tecnologia, inclusive máquinas e equipamentos, diz Castro, foi propiciado pelo crescimento do país asiático em ritmo muito acima da média exatamente nos últimos dez anos. Os Estados Unidos, ao contrário, tiveram ponto alto de crescimento perto de 2002 e viram várias empresas deslocando produção para o território chinês, em razão do baixo custo de mão de obra e de outros fatores de produção. O crescimento americano na última década atingiu o pico em 2004, com alta de 3,5%. O ponto mais alto da China foi em 2007, com 11,2%. Para este ano, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê para a China crescimento de 7,8% e, para a os Estados Unidos, 2,2%.
Especialista em comércio exterior, Fernando Ribeiro, técnico de pesquisa e planejamento do Instituto de Pesquisa Econômico Aplicada (Ipea), faz ressalva semelhante. "Não é só a questão do crescimento da China. O desempenho das empresas americanas no período também foi fraco."
O avanço chinês nas importações, argumenta Ribeiro, não se restringe ao Brasil. "Trata-se de uma mudança estrutural na qual a China tornou-se, ao longo do tempo, a principal fornecedora de diversos países, com ganho de ’market share’ no mercado mundial."
Aos poucos, diz o pesquisador do Ipea, a China passou a fornecedora de produtos mais simples até bens mais sofisticados, ganhando o mercado de fornecedores tradicionais de bens de capital, como os Estados Unidos, Alemanha e demais países europeus.
Dados da Abimaq, que reúne as indústrias de máquinas e equipamentos, mostram que a China em 2002 era o 14º fornecedor externo de bens de capital mecânicos ao Brasil. Na época, os chineses venderam menos de US$ 100 milhões nesse tipo de bem para os brasileiros. Neste ano, no acumulado até agosto, a China é a segunda origem mais importante dessas mesmas máquinas, com US$ 2,8 bilhões em vendas ao Brasil. Os americanos ainda continuam no topo da lista, com US$ 5 bilhões, mas perderam terreno. Em 2002, os Estados Unidos eram responsáveis por 38% dos bens de capital mecânicos desembarcados no Brasil. Agora essa fatia é de 25%. O desempenho chinês já deixou para trás os alemães, que tradicionalmente eram o segundo fornecedor estrangeiro das máquinas. A Alemanha, no acumulado até agosto, vendeu US$ 2,5 bilhões em máquinas ao Brasil.
Para Ribeiro, a tendência da China como principal fornecedor do Brasil já está dada e deve se manter. "As exportações da China crescem mais rápido que a média mundial há muito tempo e isso não deve mudar no curto prazo", diz. O economista lembra que, mesmo com a desaceleração da sua economia, a China ainda permanecerá com crescimento relativamente alto.
Fonte: Valor
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Caixa anuncia agência de negócios no Japão para atender trabalhadores brasileiros.
A Caixa Econômica Federal anunciou que vai abrir na agência de negócios no Japão para atender os dekasseguis, brasileiros que trabalham no Japão. O presidente da Caixa, Jorge Hereda, se reuniu nesta terça-feira em Tóquio com dirigentes da Agência Reguladora do Sistema Financeiro Japonês (FSA). Durante o encontro, o presidente entregou uma carta de intenções oficializando o interesse do banco em dar entrada no pedido de licença bancária no Japão, junto à Agência Japonesa.
Segundo Jorge Hereda, o Japão é um parceiro estratégico do Brasil e faz parte do projeto de expansão internacional da Caixa.
- Queremos abrir uma unidade de negócios no Japão para oferecer produtos atraentes para os japoneses e brasileiros, e apoiar as empresas na construção de bons negócios - afirmou.
Hereda reuniu-se também com Yoshikazu Izawa, presidente da maior instituição financeira do país, o Japan Post Bank. A Caixa e o Banco Postal japonês são parceiros nos serviços de remessas desde janeiro de 2011. No encontro, o presidente Jorge Hereda apresentou aos executivos japoneses com os volumes negociados pela Caixa e o atual nível de crescimento da carteira de crédito.
O Japan Post Bank é o maior banco de poupança do mundo e possui a maior rede de atendimento do Japão. São mais de 8 mil pontos de atendimento habilitados para operar as remessas do convênio com a Caixa. O banco japonês possui também a maior rede de auto-atendimento no Japão, com cerca de 26 mil terminais.
A Caixa já está presente no Japão há seis anos com um Escritório de Representação e vem atuando por meio de parcerias com o Japan Post Bank (Correios Japonês) e o Iwata Shinkin Bank. Com a obtenção da licença bancária, a Caixa poderá atuar ativamente no mercado japonês oferecendo diretamente produtos bancários e fortalecendo parcerias com empresas japonesas e brasileiras.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Exportações da China registram forte crescimento em setembro
As exportações da China cresceram quase duas vezes acima da taxa esperada em setembro, ao passo que as importações voltaram a mostrar expansão, sugerindo que as medidas do governo para estimular o crescimento estão funcionando e que políticas adicionais de incentivo talvez não sejam necessárias agora.
Dados da alfândega mostraram que as exportações cresceram 9,9 por cento em setembro, na comparação anual, quase duas vezes a taxa de 5 por cento estimada por investidores. O número representa também um forte avanço em relação a agosto, quando as exportações cresceram 2,7 por cento na comparação anual.
As importações tiveram expansão de 2,4 por cento em setembro, frente ao mesmo mês de 2011, número em linha com a pesquisa feita pela Reuters, que apontava para uma recuperação após o inesperado recuo de 2,6 por cento nas importações em agosto, também em base anual.
O superávit comercial foi de 27,7 bilhões de dólares em setembro, ante expectativa de 20,7 bilhões de dólares. Um mês antes, o saldo positivo foi de 26,7 bilhões de dólares.
"O dado de exportação foi muito mais forte que o esperado, sinalizando que os mercados externos têm se recuperado", disse à Reuters o economista Xiao Bo, da Huarong Securities em Beijing.
Fonte: Reuters / Xiaoyi Shao e Sui-Lee Wee
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Aniversário da Proclamação da República da China
A República Popular da China é o maior país da Ásia Oriental e o mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bilhão de habitantes, aproximadamente um quinto da população da Terra. É uma república socialista governada pelo Partido Comunista da China sob um sistema de partido único e tem jurisdição sobre 22 províncias, cinco regiões autônomas (Xinjiang, Mongólia Interior, Tibete, Ningxia e Guangxi), quatro municípios (Pequim, Tianjin, Xangai e Chongqing) e duas Regiões Administrativas Especiais com grande autonomia(Hong Kong e Macau). A capital da República Popular da China é Pequim.
Com aproximadamente 9,6 milhões de quilômetros quadrados, a República Popular da China é o terceiro ou quarto maior país do mundo em área total e o segundo maior em área terrestre.
Por mais de 4 mil anos, o sistema político da China foi baseado em monarquias hereditárias (também conhecidas como dinastias). A primeira dessas dinastias foi a Xia (aproximadamente 2000 a.C)., mais tarde foi a dinastia Qin que unificou a China em 221 a.C. A última dinastia foi a Qing, que terminou em 1911 com a fundação da República da China (RC) pelo Partido Nacionalista Kuomintang (KMT). Sun Yat-Sen, líder chinês nacionalista proclama a República da China e começa a revolução que derruba a dinastia Manchu a exatamente 101 anos atrás, no dia 10 de outubro de 1911. Na primeira metade do século XX a China mergulhou em um período de desunião e guerras civis que dividiram o país em dois principais campos políticos - o Kuomintang e os Comunistas. As hostilidades terminaram em 21 de setembro de 1949, quando a República Popular da China foi estabelecida pelos comunistas. O KMT, liderado pelo governo da República da China, recuou para Taipei, agora limitando sua competência para a ilha de Taiwan e algumas ilhas adjacentes.
A importância da China no mundo de hoje como uma grande potência é refletida através de seu papel como terceira maior economia do mundo nominalmente (ou segunda maior em poder de compra) e como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, bem como sendo um membro de várias outras organizações multilaterais, incluindo a OMC, APEC, G-20 e da Organização para Cooperação de Xangai. Além disso, é reconhecido como um Estado com armas nucleares, além de possuir o maior exército do mundo em número de tropas e o segundo maior orçamento de defesa.
Desde a introdução de reformas baseadas no mercado econômico em 1978, a China tornou-se uma das mais rápidas economias em crescimento, o segundo maior exportador e o terceiro maior importador de mercadorias do planeta. A rápida industrialização reduziu a sua taxa de pobreza de 53% em 1981 para 8% em 2001. Entretanto, a República Popular da China está agora confrontada com uma série de outros problemas, incluindo um rápido envelhecimento da população, devido à política do filho único, um crescente êxodo rural e a degradação ambiental. Além disso, a China tem sido constantemente criticada por suas violações aos direitos humanos, e por ter um histórico problemático de interferir na liberdade de imprensa.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
A política chinesa e um paralelo com o Brasil
Quanto nossos empresários envolvem-se com política? Como sabemos trata-se de um “lugar comum” em relevante parcela do nosso empresariado professar o distanciamento com o universo político. Manter-se longe da política vem de uma mentalidade de que laços assim são formados apenas para gerar resultados e fortalecer a economia, em um posicionamento que teima em deixar as questões públicas para aqueles que são sustentados com seus impostos.
Muito bem, não deixa de ser uma posição a se respeitar e que, de fato, carrega alguma coerência. O problema é quando o universo político, do qual se pratica o propalado distanciamento, detém o poder de elevar impostos e intervir com mais burocracia, atrapalhando a necessária simplicidade com a qual os negócios poderiam ser tocados (aqui nenhuma crítica com os marcos regulatórios, esses sim muito necessários).
A política é a mesma que também propôs redução da carga tributária com incentivos ocasionais e setoriais, com a contrapartida de mais exigências e outras intervenções. Para ajudar, além do distanciamento político ainda existe a cultura dominante que pressiona empresários e empreendedores a “pagar a conta” do tão desejado bem estar social – tese disseminada pelos meios culturais, de formação profissional e até mesmo por muitos ambientes de imprensa.
Em resumo, quanto menor é a participação do empresariado no processo político – e aqui rogo para não confundirmos isso com a atuação para a conquista de contratos públicos –, maior é a intervenção estatal, a burocracia e os impostos sem retorno. O resultado: condições piores para conduzirmos com leveza a aventura que é gerar riqueza e sustento a partir de apostas e riscos assumidos.
E o que a China tem a ver com isso?
Mas alguém pode me questionar sobre qual é a relação dos parágrafos acima com o título, e consequentemente com a China? Vou explicar: o processo político chinês anda caótico e vem mobilizando empresários e investidores preocupados com os caminhos que uma nomenclatura (típica expressão para resumir uma elite política com forte poder de intervenção estatal) eventualmente desconectada das boas práticas inerentes ao progresso econômico pode adotar.
Mas alguém pode me questionar sobre qual é a relação dos parágrafos acima com o título, e consequentemente com a China? Vou explicar: o processo político chinês anda caótico e vem mobilizando empresários e investidores preocupados com os caminhos que uma nomenclatura (típica expressão para resumir uma elite política com forte poder de intervenção estatal) eventualmente desconectada das boas práticas inerentes ao progresso econômico pode adotar.
Resumindo, na contramão do que se propala no nosso Brasil, vemos no caso chinês o privado atento ao público, pois sabe que este é poderoso e pode, com algumas canetadas, decidir o seu destino.
O tema veio à tona nestes últimos dias com o alívio causado com a reaparição pública de Xi Jinping, que é cotado para suceder a posição do atual líder Hu Jintao. Uma aparição que veio após um misterioso desaparecimento de cena, com explicações esquisitas, cancelamentos de compromissos de grande importância e outros sintomas típicos de nações capitalistas desprovidas de democracia.
A situação causou apreensão na comunidade empresarial chinesa, uma vez que Xi é visto como um liberal que enxerga, na gradual abertura política da China, o caminho mais seguro para a manutenção do seu apogeu econômico – e, assim, se preocupa com o crescente êxodo de empresários, investidores e membros da elite econômica do país.
Sim, porque muitos empreendedores e grupos, embora permaneçam apostando, começam a diversificar seus investimentos e esforços em outros países, assim como passaram a enviar seus familiares para prosseguir com suas vidas em ambientes onde possam respirar maior liberdade política e de opinião.
A migração é uma realidade. Trata-se de um fenômeno natural gerado pelo acesso aos benefícios do capital, que não pode ser contido pelo nacionalismo ou padrões ideológicos, e cada vez menos pela repressão política e cultural.
Xi Jinping é o ator principal de um cenário político onde a luta entre o atraso e o progresso ganha proporções e atrai a atenção de uma sociedade esgotada com o modelo atual. Mais do que isso, poderá atuar, caso se fortaleça no poder, como o elemento propulsor de uma nova era chinesa, que trará seus lucros sociais e econômicos, mas não escapando de enfrentar as forças conservadoras encasteladas em Pequim. Uma coisa é certa: essa transformação contará com um empresariado cada vez mais consciente.
Para encerrar com uma nítida comparação conosco, coloco aqui uma sentença: em uma nação com forte presença estatal na economia, a omissão jamais convergirá com lucros e prosperidade.
(Via: dinheirama.com)
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Condutas sustentáveis: é preciso aprender e colocá-las em prática.
Segundo o Instituto Akatu,“estima-se que o mundo consuma 20% a mais em recursos naturais do que a Terra consegue renovar. Em 40 anos, o gasto mundial com compras de produtos e serviços domésticos passará de 5 trilhões de dólares anuais para 20 trilhões de dólares. Nesse ritmo, serão necessários insumos de quatro planetas para suprir o consumo da humanidade nos padrões dos países de Primeiro Mundo”.
O consumismo faz mal não só para sua conta bancária, mas também para o planeta! Já parou para pensar sobre isso? Sustentabilidade é assunto importante e bastante discutido por instituições sérias. Ouvimos, concordamos e chegamos a ficar preocupados por uns momentos, mas será que em nosso cotidiano levamos uma vida sustentável?
Infelizmente, acho que estamos longe do ideal – e eu me coloco na fatia da população que precisa aprender mais sobre as condutas sustentáveis. Então, por onde começar? Como de costume, pela reflexão…
Verifique abaixo algumas atitudes sustentáveis extraídas do site Akatu e faça uma análise de como você lida diariamente com essas questões:
- Tome banho mais rápido;
- Não deixe a torneira aberta ou pingando enquanto escova os dentes;
- Programe sempre as compras de alimentos;
- Varie seu cardápio de frutas e legumes, isso estimula a diversificação de cultivos agrícolas gerando mais renda ao produtor além de melhorar o solo. Sua saúde também agradece a variedade de nutrientes ingeridos;
- Faça de sua festa uma comemoração sustentável. Para isso planeje! Segundo o Instituto, cada evento provoca um impacto ambiental extraordinário, com enorme consumo de água, energia e recursos naturais;
- Atenção ao consumo sem necessidade. Vale os 3Rs: reduza, reutilize e recicle;
- Não compre produtos piratas;
- Dê atenção às moedas;
- Pare de fumar;
- Incentive pessoas a pararem de fumar;
- Não deixe os aparelhos em stand by;
- Desligue seu computador quando não estiver usando;
- Ande de bicicleta;
- Não jogue óleo na pia;
- Reutilize a água da máquina de lavar para limpar o quintal e a calçada;
- Use sacolas retornáveis;
- Separe seu lixo.
Mudança de hábito requer paciência e disciplina.
Comece pelas atitudes mais simples e vá adotando outras práticas pouco a pouco. Ensine seus filhos a cuidarem do planeta através das sugestões acima, mas através do seu exemplo. Utilize os momentos de compra para ensiná-los sobre o consumo consciente como forma de gerar saúde financeira e ambiental.
Para construir um futuro mais sustentável é necessário que cada um de nós faça sua parte. O desafio para o país é grande, requer sérias decisões políticas e muita boa vontade por parte dos empresários. Quando a maioria da população adotar práticas mais conscientes, veremos uma mudança de comportamento iniciada na base e tendo desdobramentos na política como um todo. Afinal, vivemos em uma democracia.
Para terminar, deixo algumas sugestões: cuide de seu universo particular com atenção, ensine seus filhos a viverem com mais qualidade de vida (diferente de “ter tudo”), consuma com consciência, priorize o “ser” (e não o “ter”) e vá expandindo sua consciência para a o cuidado com o coletivo.
(Via dinheirama.com)
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Análise Técnica é essencial ao investidor iniciante na bolsa de valores?
”Como escolher uma corretora para começar a investir em ações? Preciso saber Análise Técnica para começar a investir?”. A discussão girou em torno de duas dúvidas enviadas por internautas. O vídeo da série #TopMoney discute:
- A escolha da corretora para investir é um passo tão importante quanto a estratégia a ser usada para investir em ativos depois do cadastro. Conhecer bem a corretora, seus serviços e profissionais pode fazer diferença na hora de investir;
- Analisar aspectos como preço, estrutura e ferramentas disponíveis (relatórios, calculadoras, consultoria, apoio nas operações etc.) é importante para dar ao investidor a confiança necessária para os primeiros passos no mercado de ações;
- A Análise Técnica não é um item obrigatório de aprendizado para quem deseja começar a investir. Entender a dinâmica do mercado e focar também na correta seleção de empresas é até mais importante para quem pretende investir no longo prazo.
Assista ao vídeo.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Vídeo da reconstrução das Torres Gêmeas após atentado.
Em memória de honra, após 11 anos do ataque as Torres Gêmeas no dia 11 de setembro, uma empresa preparou um vídeo com lapso de tempo que mostra toda a construção do One World Trade Center. Após a sua conclusão, o prédio será o mais alto dos Estados Unidos, estando a uma altura simbólica de 1.776 pés (541,3m). Confira o vídeo.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
País tem 30% das escolas em alerta
A rede pública de São Paulo teve em 2011 a 3.ª melhor nota do país no
Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no ciclo 2 do ensino
fundamental, de 5ª à 8ª série, mas 30% de suas escolas estão
estacionadas, em estado de alerta: não avançaram na nota, não bateram
suas metas e não chegaram ao Ideb 6 - a meta do país para 2021.
O porcentual paulista é igual ao do Brasil. No país, 30% das escolas dessa fase também estão em alerta. Nas unidades de 1.ª à 4.ª série, o quadro é um pouco melhor: são 20% nessa situação.
A classificação em níveis qualitativos, recém-criada pela Meritt
Informação Educacional, oferece uma leitura mais adequada da qualidade
das escolas brasileiras.
"Precisamos comparar escolas com elas mesmas. Ter duas escolas com a mesma nota, por exemplo, não significa que estão na mesma situação", explica o diretor da Meritt Alexandre Oliveira.
Por isso, o método cruza três critérios da evolução das escolas para
entender melhor os dados do Ideb: crescimento no índice, cumprimento das
metas para o ano e o Ideb 6. A combinação desses critérios coloca as
escolas em determinado nível qualitativo.
A divisão funciona assim: caso a escola não tenha cumprido nenhum dos critérios, a situação é de alerta. Se pelo menos dois dos critérios foram cumpridos, a situação é de atenção.
Ter evoluído com a nota e ficado acima da meta, mesmo que abaixo de 6, é positivo e recebe a classificação manter.
Na classificação excelente estão as escolas que cumpriram todos os critérios.
A distribuição das escolas entre os níveis mostra grandes desafios,
principalmente na fase 2 do ensino fundamental. Nas escolas de 5ª à 8ª
série, além de 30% em alerta, 7.584 estão em atenção. Ou seja, só
evoluíram em um ou dois critérios. Dessas escolas, metade só cumpriu a
meta para aquele ano - sem evoluir.
No ciclo 1 do fundamental, de 1ª à 4ª série, há 27% das escolas no nível de atenção - além dos 20% em alerta. A boa notícia é que 43% das escolas (15.322 unidades) conseguiram crescer no Ideb e bater suas metas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Fonte: Exame.com
Assinar:
Postagens (Atom)
















