sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

China investe mais dinheiro para desenvolver indústria de turismo


O Banco Popular da China (Banco Central do país) anunciou ontem (16) que a Comissão de Reforma e Desenvolvimento Nacional e Birô Nacional de Turismo publicaram recentemente um documento no qual são pedidas políticas financeiras preferenciais para apoiar o desenvolvimento do setor de turismo.



Segundo o documento, os bancos devem aumentar o empréstimo de crédito a pequenas ou micro agências de turismo e investir mais dinheiro em infraestruturas.




São sugeridos também pacotes alternativos de concessão de crédito, a ampliação do financiamento às agências turistas, o desenvolvimento de empréstimos ao turista, o aperfeiçoamento da administração de divisa e o apoio a empresas para a exploração do mercado estrangeiro.  

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Inovação: Bicicleta que 'cresce'


As crianças crescem muito rápido, especialmente entre os 4 e 10 anos. Com isso, uma bicicleta para uma criança de 5 ou 6 anos já não é ideal quando o pequeno já tem 10 ou 11 anos.
Pensando nessa situação, a empresa Orbea, da Espanha, criou a bicicleta ‘Grow’, que ‘cresce’ no mesmo ritmo das crianças e pode ter a vida útil ampliada em alguns anos. Com o sistema, o quadro tem uma extensão que pode aumentar ou diminuir o tamanho da bicicleta de acordo com o tamanho da criança.



A bicicleta foi fabricada em 3 modelos, para crianças entre 1 ano e meio e 4, crianças entre 2 e 5 anos e criancas entre 4 e 9 anos. O modelo mais moderno, para crianças mais velhas, pode ter a opção de ter sete marchas de fábrica.

As bicicletas Grow são vendidas na Espanha, e custam até 250 euros, um preço bem salgado, mas que vale a pena a longo prazo por durar muitos anos com a criança.


Fonte: Euvoudebike.com

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

China se empenha na proteção de patrimônios culturais imateriais


Uma exposição sobre os êxitos obtidos pela China na proteção de patrimônios culturais imateriais está sendo realizada no Centro de Exposição da Agricultura em Beijing, capital do país. Ao participar da cerimônia de abertura, o ministro da Cultura, Cai Wu, afirmou que já foi estabelecido um sistema de proteção de patrimônios culturais imateriais no país.

Na exposição, organizada por 18 entidades governamentais, sucessores nacionais dos patrimônios culturais imateriais e mestres de artesanatos apresentam ao público suas técnicas únicas. Com pouco tempo, uma massa de terra se torna uma garota bonita, e um bolo de fios de seda torna se um bordado lindo.
Os organizadores do evento escolheram em todo o território chinês 188 itens de técnica, arte e medicina tradicional que vêm obtendo êxitos óbvios na proteção de patrimônios culturais imateriais, convidaram cerca de 170 sucessores e mestres de artesanatos, e exibem cerca de 2000 objetos preciosos. Trata-se da exposição de maior escala realizada no país em relação à proteção de patrimônios culturais imateriais.
Yang Huazhen é sucessora a nível provincial do bordado tradicional tibetano e o seu estande atraiu muitas pessoas na exposição. Sua cidade na província de Sichuan, sudoeste do país, foi gravemente atingida pelo grande terremoto ocorrido em 2008. Na época, ela e outras pessoas das etnias tibetana e Qiang resgataram, recolheram e protegeram mais de 3000 obras de bordado tradicional tibetano. Ela disse:
"O grande terremoto destruiu muitos patrimônios culturais imateriais que herdamos dos antecessores. Por isso, nestes anos, é muito urgente resgatar e proteger a cultura da região atingida pela calamidade. Eu e muitos amigos das etnias tibetana e Qiang nos esforçamos para resgatar mais de 3000 obras de bordado. Ao mesmo tempo, ainda organizamos cursos de formação em várias regiões par divulgar técnicas especiais."
Na inauguração, o ministro da Cultura, Cai Wu, apontou no seu discurso que o ministério estuda e procura diferentes maneiras e métodos para proteger os patrimônios culturais imateriais. Um exemplo é a proteção produtiva, que coordena a proteção cultural com o desenvolvimento socioeconômico.
"A proteção produtiva significa aproveitar vias comerciais como produção e venda para transformar os patrimônios culturais imateriais em produtos culturais, ao mesmo tempo, mantendo as características originais. Fazendo parte da lei do desenvolvimento, divulgação e sucessão desses patrimônios, essa política de proteção não apenas ajuda os sucessores e a população local a aumentarem sua renda, como também a promover o consumo cultural e gerar empregos."

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

UE prevê China como maior mercado exportador do bloco em 2012

O embaixador da União Europeia (UE) na China, Markus Ederer, afirmou ontem (6) em coletiva de imprensa da delegação da UE na China, que o país asiático se pode tornar o maior mercado exportador da UE em 2012.

Ederer disse que a UE tem sido o maior parceiro comercial da China e que o valor comercial sino-europeu superou os US$560 bilhões em 2011. As exportações da Europa para a China aumentaram cerca de 20% no ano passado, enquanto a exportação da China para a Europa registrou um aumento de 10%.

Fonte: Portuguese.cri

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Supercargueiros só atracarão na China ‘conforme a legislação’

A Vale informou, há pouco, que os supercargueiros da mineradora - navios do tipo Very Large Ore Carrier (VLOC) - apenas atracarão nos portos chineses "em total conformidade com a legislação daquele país".

"A adaptação dos portos para receber esses supercargueiros é uma questão eminentemente técnica, tratada em conformidade com a legislação marítima local e internacional, que requer estudos de engenharia detalhados e muitas vezes investimentos adicionais em treinamento dos operadores, reforço dos berços de atracação e dragagem", disse a mineradora em comunicado enviado à imprensa.
Nesta semana, o Ministério dos Transportes da China anunciou que os portos do país não poderão receber as embarcações contratadas pela mineradora brasileira, já que elas passam da capacidade máxima aprovada de 300 mil toneladas. O supercargueiros da Vale têm capacidade para 400 mil toneladas.
Segundo a Vale, os supercargueiros podem aportar na sua capacidade máxima nos portos de Ponta da Madeira, em São Luís; Sohar, em Omã; Taranto, na Itália; e Roterdã, na Holanda. "A Vale continua desenvolvendo novas alternativas para atracação de seus navios em novos portos, seguindo a legislação de cada país, e de forma cooperativa com seus clientes e autoridades locais", ainda de acordo com nota da mineradora brasileira.


Fonte: Estadão

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Empresas chinesas e as medidas para enfrentar os desafios trazidos pela crise financeira

Toda a China está imersa numa atmosfera de alegria, celebrando o Festival da Primavera do Ano do Dragão. Porém, perante a redução do valor conseguido através das exportações e da dificuldade de garantir financiamento, algumas pequenas empresas chinesas têm que reconsiderar sua estratégia de desenvolvimento.
A cidade de Wenzhou, da província de Zhejiang, no
leste da China, é uma das regiões que reúne um grande número de pequenas e médias empresas. Nesta região, recorrer ao empréstimo como forma de financiamento é prática corrente entre as pessoas, fato que levou a que a cidade se tornasse num foco de atenção pública no ano passado. Com o reajuste da política monetária pelo governo central chinês, os órgãos financeiros diminuíram a concessão de crédito, fazendo com que as companhias pequenas não pudessem obter os empréstimos suficientes necessários aos seus negócios. Para resolver o problema, o governo decidiu estabelecer um serviço de assistência de crédito às empresas. O diretor da Associação para Desenvolvimento de Pequenas e Médias Empresas de Wenzhou, Zhou Dewen, expressou sua opinião acerca desse assunto.
"O governo central e os departamentos locais elaboraram uma série de medidas de assistência às pequenas e médias empresas, especialmente o reforço do apoio de crédito às companhias. Por agora, melhorou a questão da crise econômica enfrentada pelas empresas locais, mas a situação ainda não está totalmente estabilizada. Com a chegada do Ano Novo Chinês, é mais difícil obter empréstimos dos órgãos financeiros. Encontrar uma forma de garantir um funcionamento normal dos fundos se tornou a questão de maior importância para os empregadores."
Em outubro do ano passado, o governo chinês adotou diversas políticas financeiras positivas para as pequenas empresas. As medidas abrangem o aumento do limite mínimo de cobrança do imposto sobre o valor agregado (IVA) às companhias e o prolongamento das políticas preferenciais sobre receitas fiscais até fim de 2015.
Além disso, vários órgãos financeiros também ampliaram os serviços sobre as pequenas empresas. Segundo Li Lihui, o presidente do Banco da China, a proporção de crescimento dos empréstimos às pequenas e médias companhias alcançou mais de 60% em 2011. Neste ano, o banco pretende aumentar ainda mais esse valor.
"Neste ano, continuamos investindo mais recursos humanos e capital no reforço dos serviços às pequenas empresas. Além disso, o Banco da China vai abrir 50 novas filiais em zonas rurais, para aperfeiçoar o serviço financeiro nas regiões."


Nos últimos anos, muitos economistas chineses apelaram ao governo para reduzir o limite de acesso ao mercado e permitir a criação de alguns pequenos órgãos financeiros constituídos por fundos privados. Para estes especialistas, isso favoreceria as empresas privadas a obter empréstimos com maior facilidade.

Além do apoio do governo, estas empresas também devem procurar concentrar esforços na concretização de reformas. O vice-diretor do centro de pesquisa do Conselho de Estado chinês, Liu He, avaliou o assunto.
"Quanto às pequenas e médias empresas de algumas regiões, é mais importante a promoção das indústrias mais relevantes, mas não o reforço de investimento no mercado de ações e de imóveis. Além disso, as empresas devem também procurar uma postura de tranquilidade na obtenção de lucros.".


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Os 10 países mais robotizados do mundo


Eles foram criados e aperfeiçoados para facilitar nossas vidas, mas com o avanço da
tecnologia podem se tornar nossos maiores concorrentes no mercado de trabalho. Será que, no futuro, os robôs poderão roubar o seu emprego? Em algumas economias, estas máquinas já representam uma parcela significativa da "mão de obra".

Para medir o impacto dos robôs sobre o mercado de trabalho e a população de um determinado país, a Federação Internacional de Robótica (IFR, na sigla em inglês) utiliza uma métrica de densidade, calculando a quantidade de máquinas existentes em cada nação comparadas com um grupo de 10 mil pessoas empregadas na indústria em geral.

De acordo com o último levantamento da entidade, o Japão lidera a lista dos países mais robotizados do mundo, com 306 robôs para cada 10 mil trabalhadores em 2010, seguido pela Coreia do Sul e a Alemanha, com densidades de 287 e 253 robôs, respectivamente.
Segundo a IFR, foram vendidas 118 mil unidades de robôs industriais no mundo todo no ano de 2010, com as vendas totalizando 5,7 bilhões de dólares. A cifra é 47% superior em relação às 60 mil unidades vendidas em 2009 e foi impulsionada pela recuperação da economia global após o pior período da crise financeira nos Estados Unidos.
O montante não inclui gastos com softwares, periféricos e engenharia de sistemas. Adicionando estes custos, o valor de mercado para a indústria de robótica global triplica para 18 bilhões de dólares em 2010. Desde a década de 60, a indústria de robótica já vendeu no total 2,142 milhões de unidades. O número parece pequeno, mas é importante observar que cada robô pode representar uma fábrica em termos de produção. Tudo o que é necessário é energia e um bom software.


A quantidade de máquinas nos três primeiros países do ranking (vide tabela abaixo) chama a atenção, mas nem todas as geografias avançam no mesmo ritmo. A média entre os 45 países pesquisados pela IFR foi de 51 robôs para cada 10 mil trabalhadores em 2010. Enquanto 20 destas nações ficaram acima desta linha, outras 22 nem sequer chegaram à metade, ficando abaixo da densidade de 20 robôs para cada 10 mil trabalhadores.

Um exemplo é o Brasil, que aparece na 37ª posição no ranking, atrás de países como Tailândia (26ª), África do Sul (28ª), México (32ª), Indonésia (34ª) e Argentina (36ª). Apesar do forte crescimento de 7,5% no Produto Interno Bruto (PIB) registrado no ano retrasado, o Brasil ainda tem densidade inferior a 10 robôs para cada 10 mil trabalhadores, um indício de que a indústria nacional ainda deve se modernizar para elevar a competitividade e a produtividade a nível global.