sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Caixa anuncia agência de negócios no Japão para atender trabalhadores brasileiros.



A Caixa Econômica Federal anunciou que vai abrir na agência de negócios no Japão para atender os dekasseguis, brasileiros que trabalham no Japão. O presidente da Caixa, Jorge Hereda, se reuniu nesta terça-feira em Tóquio com dirigentes da Agência Reguladora do Sistema Financeiro Japonês (FSA). Durante o encontro, o presidente entregou uma carta de intenções oficializando o interesse do banco em dar entrada no pedido de licença bancária no Japão, junto à Agência Japonesa.
Segundo Jorge Hereda, o Japão é um parceiro estratégico do Brasil e faz parte do projeto de expansão internacional da Caixa.
- Queremos abrir uma unidade de negócios no Japão para oferecer produtos atraentes para os japoneses e brasileiros, e apoiar as empresas na construção de bons negócios - afirmou.
Hereda reuniu-se também com Yoshikazu Izawa, presidente da maior instituição financeira do país, o Japan Post Bank. A Caixa e o Banco Postal japonês são parceiros nos serviços de remessas desde janeiro de 2011.  No encontro, o presidente Jorge Hereda apresentou aos executivos japoneses com os volumes negociados pela Caixa e o atual nível de crescimento da carteira de crédito.
O Japan Post Bank é o maior banco de poupança do mundo e possui a maior rede de atendimento do Japão. São mais de 8 mil pontos de atendimento habilitados para operar as remessas do convênio com a Caixa. O banco japonês possui também a maior rede de auto-atendimento no Japão, com cerca de 26 mil terminais.
A Caixa já está presente no Japão há seis anos com um Escritório de Representação e vem atuando por meio de parcerias com o Japan Post Bank (Correios Japonês) e o Iwata Shinkin Bank. Com a obtenção da licença bancária, a Caixa poderá atuar ativamente no mercado japonês oferecendo diretamente produtos bancários e fortalecendo parcerias com empresas japonesas e brasileiras.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Exportações da China registram forte crescimento em setembro



As exportações da China cresceram quase duas vezes acima da taxa esperada em setembro, ao passo que as importações voltaram a mostrar expansão, sugerindo que as medidas do governo para estimular o crescimento estão funcionando e que políticas adicionais de incentivo talvez não sejam necessárias agora.


Dados da alfândega mostraram que as exportações cresceram 9,9 por cento em setembro, na comparação anual, quase duas vezes a taxa de 5 por cento estimada por investidores. O número representa também um forte avanço em relação a agosto, quando as exportações cresceram 2,7 por cento na comparação anual.



As importações tiveram expansão de 2,4 por cento em setembro, frente ao mesmo mês de 2011, número em linha com a pesquisa feita pela Reuters, que apontava para uma recuperação após o inesperado recuo de 2,6 por cento nas importações em agosto, também em base anual.



O superávit comercial foi de 27,7 bilhões de dólares em setembro, ante expectativa de 20,7 bilhões de dólares. Um mês antes, o saldo positivo foi de 26,7 bilhões de dólares.



"O dado de exportação foi muito mais forte que o esperado, sinalizando que os mercados externos têm se recuperado", disse à Reuters o economista Xiao Bo, da Huarong Securities em Beijing.


Fonte: Reuters / Xiaoyi Shao e Sui-Lee Wee

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Aniversário da Proclamação da República da China






A República Popular da China é o maior país da Ásia Oriental e o mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bilhão de habitantes, aproximadamente um quinto da população da Terra. É uma república socialista governada pelo Partido Comunista da China sob um sistema de partido único e tem jurisdição sobre 22 províncias, cinco regiões autônomas (Xinjiang, Mongólia Interior, Tibete, Ningxia e Guangxi), quatro municípios (Pequim, Tianjin, Xangai e Chongqing) e duas Regiões Administrativas Especiais com grande autonomia(Hong Kong e Macau). A capital da República Popular da China é Pequim.

Com aproximadamente 9,6 milhões de quilômetros quadrados, a República Popular da China é o terceiro ou quarto maior país do mundo em área total e o segundo maior em área terrestre.

Por mais de 4 mil anos, o sistema político da China foi baseado em monarquias hereditárias (também conhecidas como dinastias). A primeira dessas dinastias foi a Xia (aproximadamente 2000 a.C)., mais tarde foi a dinastia Qin que unificou a China em 221 a.C. A última dinastia foi a Qing, que terminou em 1911 com a fundação da República da China (RC) pelo Partido Nacionalista Kuomintang (KMT). Sun Yat-Sen, líder chinês nacionalista proclama a República da China e começa a revolução que derruba a dinastia Manchu a exatamente 101 anos atrás, no dia 10 de outubro de 1911. Na primeira metade do século XX a China mergulhou em um período de desunião e guerras civis que dividiram o país em dois principais campos políticos - o Kuomintang e os Comunistas. As hostilidades terminaram em 21 de setembro de 1949, quando a República Popular da China foi estabelecida pelos comunistas. O KMT, liderado pelo governo da República da China, recuou para Taipei, agora limitando sua competência para a ilha de Taiwan e algumas ilhas adjacentes.

A importância da China no mundo de hoje como uma grande potência é refletida através de seu papel como terceira maior economia do mundo nominalmente (ou segunda maior em poder de compra) e como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, bem como sendo um membro de várias outras organizações multilaterais, incluindo a OMC, APEC, G-20 e da Organização para Cooperação de Xangai. Além disso, é reconhecido como um Estado com armas nucleares, além de possuir o maior exército do mundo em número de tropas e o segundo maior orçamento de defesa. 

Desde a introdução de reformas baseadas no mercado econômico em 1978, a China tornou-se uma das mais rápidas economias em crescimento, o segundo maior exportador e o terceiro maior importador de mercadorias do planeta. A rápida industrialização reduziu a sua taxa de pobreza de 53% em 1981 para 8% em 2001. Entretanto, a República Popular da China está agora confrontada com uma série de outros problemas, incluindo um rápido envelhecimento da população, devido à política do filho único, um crescente êxodo rural e a degradação ambiental. Além disso, a China tem sido constantemente criticada por suas violações aos direitos humanos, e por ter um histórico problemático de interferir na liberdade de imprensa.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A política chinesa e um paralelo com o Brasil



Quanto nossos empresários envolvem-se com política? Como sabemos trata-se de um “lugar comum” em relevante parcela do nosso empresariado professar o distanciamento com o universo político. Manter-se longe da política vem de uma mentalidade de que laços assim são formados apenas para gerar resultados e fortalecer a economia, em um posicionamento que teima em deixar as questões públicas para aqueles que são sustentados com seus impostos.
Muito bem, não deixa de ser uma posição a se respeitar e que, de fato, carrega alguma coerência. O problema é quando o universo político, do qual se pratica o propalado distanciamento, detém o poder de elevar impostos e intervir com mais burocracia, atrapalhando a necessária simplicidade com a qual os negócios poderiam ser tocados (aqui nenhuma crítica com os marcos regulatórios, esses sim muito necessários).
A política é a mesma que também propôs redução da carga tributária com incentivos ocasionais e setoriais, com a contrapartida de mais exigências e outras intervenções. Para ajudar, além do distanciamento político ainda existe a cultura dominante que pressiona empresários e empreendedores a “pagar a conta” do tão desejado bem estar social – tese disseminada pelos meios culturais, de formação profissional e até mesmo por muitos ambientes de imprensa.
Em resumo, quanto menor é a participação do empresariado no processo político – e aqui rogo para não confundirmos isso com a atuação para a conquista de contratos públicos –, maior é a intervenção estatal, a burocracia e os impostos sem retorno. O resultado: condições piores para conduzirmos com leveza a aventura que é gerar riqueza e sustento a partir de apostas e riscos assumidos.
E o que a China tem a ver com isso?
Mas alguém pode me questionar sobre qual é a relação dos parágrafos acima com o título, e consequentemente com a China? Vou explicar: o processo político chinês anda caótico e vem mobilizando empresários e investidores preocupados com os caminhos que uma nomenclatura (típica expressão para resumir uma elite política com forte poder de intervenção estatal) eventualmente desconectada das boas práticas inerentes ao progresso econômico pode adotar.
Resumindo, na contramão do que se propala no nosso Brasil, vemos no caso chinês o privado atento ao público, pois sabe que este é poderoso e pode, com algumas canetadas, decidir o seu destino.
O tema veio à tona nestes últimos dias com o alívio causado com a reaparição pública de Xi Jinping, que é cotado para suceder a posição do atual líder Hu Jintao. Uma aparição que veio após um misterioso desaparecimento de cena, com explicações esquisitas, cancelamentos de compromissos de grande importância e outros sintomas típicos de nações capitalistas desprovidas de democracia.
A situação causou apreensão na comunidade empresarial chinesa, uma vez que Xi é visto como um liberal que enxerga, na gradual abertura política da China, o caminho mais seguro para a manutenção do seu apogeu econômico – e, assim, se preocupa com o crescente êxodo de empresários, investidores e membros da elite econômica do país.
Sim, porque muitos empreendedores e grupos, embora permaneçam apostando, começam a diversificar seus investimentos e esforços em outros países, assim como passaram a enviar seus familiares para prosseguir com suas vidas em ambientes onde possam respirar maior liberdade política e de opinião.
A migração é uma realidade. Trata-se de um fenômeno natural gerado pelo acesso aos benefícios do capital, que não pode ser contido pelo nacionalismo ou padrões ideológicos, e cada vez menos pela repressão política e cultural.
Xi Jinping é o ator principal de um cenário político onde a luta entre o atraso e o progresso ganha proporções e atrai a atenção de uma sociedade esgotada com o modelo atual. Mais do que isso, poderá atuar, caso se fortaleça no poder, como o elemento propulsor de uma nova era chinesa, que trará seus lucros sociais e econômicos, mas não escapando de enfrentar as forças conservadoras encasteladas em Pequim. Uma coisa é certa: essa transformação contará com um empresariado cada vez mais consciente.
Para encerrar com uma nítida comparação conosco, coloco aqui uma sentença: em uma nação com forte presença estatal na economia, a omissão jamais convergirá com lucros e prosperidade.
(Via: dinheirama.com)

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Condutas sustentáveis: é preciso aprender e colocá-las em prática.



Segundo o Instituto Akatu,“estima-se que o mundo consuma 20% a mais em recursos naturais do que a Terra consegue renovar. Em 40 anos, o gasto mundial com compras de produtos e serviços domésticos passará de 5 trilhões de dólares anuais para 20 trilhões de dólares. Nesse ritmo, serão necessários insumos de quatro planetas para suprir o consumo da humanidade nos padrões dos países de Primeiro Mundo”.
O consumismo faz mal não só para sua conta bancária, mas também para o planeta! Já parou para pensar sobre isso? Sustentabilidade é assunto importante e bastante discutido por instituições sérias. Ouvimos, concordamos e chegamos a ficar preocupados por uns momentos, mas será que em nosso cotidiano levamos uma vida sustentável?
Infelizmente, acho que estamos longe do ideal – e eu me coloco na fatia da população que precisa aprender mais sobre as condutas sustentáveis. Então, por onde começar? Como de costume, pela reflexão…
Verifique abaixo algumas atitudes sustentáveis extraídas do site Akatu e faça uma análise de como você lida diariamente com essas questões:
  • Tome banho mais rápido;
  • Não deixe a torneira aberta ou pingando enquanto escova os dentes;
  • Programe sempre as compras de alimentos;
  • Varie seu cardápio de frutas e legumes, isso estimula a diversificação de cultivos agrícolas gerando mais renda ao produtor além de melhorar o solo. Sua saúde também agradece a variedade de nutrientes ingeridos;
  • Faça de sua festa uma comemoração sustentável. Para isso planeje! Segundo o Instituto, cada evento provoca um impacto ambiental extraordinário, com enorme consumo de água, energia e recursos naturais;
  • Atenção ao consumo sem necessidade. Vale os 3Rs: reduza, reutilize e recicle;
  • Não compre produtos piratas;
  • Dê atenção às moedas;
  • Pare de fumar;
  • Incentive pessoas a pararem de fumar;
  • Não deixe os aparelhos em stand by;
  • Desligue seu computador quando não estiver usando;
  • Ande de bicicleta;
  • Não jogue óleo na pia;
  • Reutilize a água da máquina de lavar para limpar o quintal e a calçada;
  • Use sacolas retornáveis;
  • Separe seu lixo.
Mudança de hábito requer paciência e disciplina. 
Comece pelas atitudes mais simples e vá adotando outras práticas pouco a pouco. Ensine seus filhos a cuidarem do planeta através das sugestões acima, mas através do seu exemplo. Utilize os momentos de compra para ensiná-los sobre o consumo consciente como forma de gerar saúde financeira e ambiental.
Para construir um futuro mais sustentável é necessário que cada um de nós faça sua parte. O desafio para o país é grande, requer sérias decisões políticas e muita boa vontade por parte dos empresários. Quando a maioria da população adotar práticas mais conscientes, veremos uma mudança de comportamento iniciada na base e tendo desdobramentos na política como um todo. Afinal, vivemos em uma democracia.
Para terminar, deixo algumas sugestões: cuide de seu universo particular com atenção, ensine seus filhos a viverem com mais qualidade de vida (diferente de “ter tudo”), consuma com consciência, priorize o “ser” (e não o “ter”) e vá expandindo sua consciência para a o cuidado com o coletivo.
(Via dinheirama.com)

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Análise Técnica é essencial ao investidor iniciante na bolsa de valores?



”Como escolher uma corretora para começar a investir em ações? Preciso saber Análise Técnica para começar a investir?”. A discussão girou em torno de duas dúvidas enviadas por internautas. O vídeo da série #TopMoney discute:
  1. A escolha da corretora para investir é um passo tão importante quanto a estratégia a ser usada para investir em ativos depois do cadastro. Conhecer bem a corretora, seus serviços e profissionais pode fazer diferença na hora de investir;
  2. Analisar aspectos como preço, estrutura e ferramentas disponíveis (relatórios, calculadoras, consultoria, apoio nas operações etc.) é importante para dar ao investidor a confiança necessária para os primeiros passos no mercado de ações;
  3. A Análise Técnica não é um item obrigatório de aprendizado para quem deseja começar a investir. Entender a dinâmica do mercado e focar também na correta seleção de empresas é até mais importante para quem pretende investir no longo prazo.
Assista ao vídeo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Vídeo da reconstrução das Torres Gêmeas após atentado.



Em memória de honra, após 11 anos do ataque as Torres Gêmeas no dia 11 de setembro, uma empresa preparou um vídeo com lapso de tempo que mostra toda a construção do One World Trade Center. Após a sua conclusão, o prédio será o mais alto dos Estados Unidos, estando a uma altura simbólica de 1.776 pés (541,3m). Confira o vídeo.