sexta-feira, 11 de novembro de 2011

China pretende desenvolver a consciência cultural de sua população


Saiba como a China pretende desenvolver a consciência cultural de sua população para manter sua economia forte.Confira abaixo:

Quando analisamos a atual crise financeira, podemos observar que, em grande parte, ela é resultado da característica da consciência nacional e do sistema cultural, e também do apoio da cultura à economia de um país.
No caso dos EUA, por exemplo, a crise tem uma característica específica. Mesmo tendo sido afetado pela crise financeira, ainda assim, os EUA têm sua moeda fortemente procurada no mercado, o que foge totalmente às regras do jogo econômico.
Qual é a razão desse fenômeno especial? Segundo analistas, tudo isso vem da estratégia dos EUA e da consciência cultural positiva e efetiva dos norte-americanos. Isto é, a cultura desse país está altamente concentrada na expressão econômica e financeira. Os focos das redes sociais e da mídia norte-americana estão nos problemas, pressões, contradições e dificuldades, sem mencionar a força e a posição do país. Assim surgiu o fenômeno de assistência de toda a comunidade internacional para países desenvolvidos como EUA e Europa. De fato, essas regiões concentram a maioria das riquezas e são as principais forças da prosperidade financeira e do sistema econômico e monetário.
A estratégia cultural dos EUA é muito efetiva. Em julho de 2007, começou no país uma crise de dívida secundária, que foi seguida de uma crise financeira. Mas a economia norte americana ainda é a maior no mundo. O país se recuperou mais rápido do que os países europeus. Nesse processo, a base cultural exerceu um papel muito importante. Porque a mentalidade norte-americana está focada no risco, pressão e reforma. Eles preferem exagerar seus problemas, em vez de divulgar as vantagens, capacidade e até hegemonia.
Durante os 30 anos de reforma e abertura na China, nosso entendimento e projeções foram direcionadas para o desenvolvimento, mas ignoraram os problemas e dificuldades, que é nosso grande erro de conceito de evolução. Nossa mentalidade está focada no desenvolvimento e o resultado é que temos que aguentar a pressão pela valorização da nossa moeda. Nossa reforma cambial não pode deixar de levar em consideração a atualidade chinesa, especialmente as características da sociedade local. Enfrentando as novas características da crise financeira, a China sofreu os mesmos ataques e conflitos enfrentados por países desenvolvidos como os EUA. Precisamos reconsiderar a direção e a forma do desenvolvimento econômico, especialmente, reconsiderar a falta de conhecimento e a impressão errada provocada por um desvio do sistema e consciência cultural. Nossa reforma financeira dedicou demais atenção para a forma e ignorou o espírito, a cultura e a qualidade, o que vai prejudicar nosso rendimento econômico e lucro financeiro, assim como desenvolvimento sustentável do país.
Portanto a mudança de consciência cultural é um fator chave para o desenvolvimento. A reforma econômica de mercado trouxe alguns fatores negativos. A busca exagerada para o mercado, o lucro e o comércio deturpou os fenômenos normais e destruiu a felicidade do povo chinês. Por isso, é necessário uma reforma completa do sistema, da mentalidade e conceito cultural, para promover e incentivar o normal, razoável e efetivo desenvolvimento da economia chinesa.
A intensificação da reforma econômica e abertura financeira da China necessitam de uma melhoria do sistema e construção cultural. A base social, de tecnologia específica, o sistema cultural de alta qualidade e a consciência social são importantes para o atual setor econômico e financeiro.

Tradução: Xia Ren
Revisão: Camila Olivo


Fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2011/11/09/1s142170.htm

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Feira na China discute investimentos do país no exterior

A China cada vez mais afirma sua posição como uma superpotência econômica. Em uma feira realizada no País estão sendo discutidas diversas ideais para investimentos chineses no exterior e os números impressionam. Confira a matéria:

3ª Feira de Investimento e Cooperação da China com o Exterior exibe 600 projetos

Mais de 600 projetos de investimento no exterior foram exibidos nesta terça-feira (8), na 3ª Feira de Investimento e Cooperação da China com o Exterior, realizada em Beijing. Os projetos referem-se aos setores de energia, recursos, infraestrutura, agricultura, fabricação, serviços modernos e alta e nova tecnologia. Mais de US$ 50 bilhões de investimentos devem ser atraídos para esses projetos.
Desde o ingresso do país na Organização Mundial do Comércio (OMC), há dez anos, a economia chinesa tem tido uma ligação mais estreita com a economia mundial. Até o final do ano passado, os investimentos acumulados da China no exterior atingiram US$ 317,2 bilhões espalhados em 178 países e regiões. O país destinou, em 2010, US$ 68,8 bilhões de investimentos ao exterior, uma alta de 21,7% em comparação com o ano anterior, ocupando o primeiro lugar entre os países em desenvolvimento.

Tradução: Wu Yichen

Fonte:
http://portuguese.cri.cn/561/2011/11/08/1s142123.htm

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Futuro: Máquinas substituirão os seres humanos?

Parece roteiro de fixação científica, mas especialistas afirmam que em um futuro próximo a economia mundial será drasticamente afetada pela modernização constante da indústria. Em contra ponto, a humanidade acaba de atingir a marca de 7 bilhões de habitantes em nosso planeta e a pergunta se faz é: Como as gerações futuras irão lidar com a tecnologia? Haverá espaço para todos no mercado de trabalho? Confira a matéria:

As máquinas substituirão humanos em profissões das mais diversas, de modo que a economia global será afetada dramaticamente, afirmaram especialistas da indústria e economistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) durante um simpósio sobre robótica, realizado nesta segunda-feira (31/10). Mais do que isso, destacaram, a transição já começou.
“O que finalmente estamos vendo é que nossos ajudantes digitais não só nos alcançaram como estão nos ultrapassando”, disse Andrew McAfee, pesquisador do MIT e co-autor do livro Race Against the Machine (Corrida Contra a Máquina). “Em alguns quesitos, elas já são superiores”.
McAfee destacou, entre outras coisas, que o supercomputador Watson, da IBM, recentemente venceu desafiantes humanos no Jeopardy – concurso televisivo de perguntas e respostas – que o  desenvolvido pela Google já anda pelas ruas da Califórnia sem precisar de motorista, e que as forças armadas têm utilizado robôs tanto para batalhas no solo quanto no ar.
“Nós pensávamos que os humanos tinham atingido um alto nível nesses setores”, disse. “Mas, de repente, olhamos em volta e percebemos que os computadores estavam se dando bem em áreas em que, supostamente, não deveriam. Veremos muitas máquinas exercendo atividades em profissões hoje dominadas pelas pessoas”.
Ainda assim, acredita que não há motivo para desesperar-se. Os robôs não serão chefes ou diretores. Não comandarão reuniões ou departamentos. Certamente, porém, substituirão funcionários em centrais de atendimento, elaborarão análises financeiras e ocuparão vagas em que a criatividade ou o improviso não são virtudes tão necessárias.
“Há uma mudança na forma como as coisas estão sendo feitas”, afirmou Erik Brynjolfsson, diretor do departamento de negócios digitais do MIT. “Em breve, o número de pessoas contratadas na H&R Block – companhia americana que calcula os impostos devidos de seus clientes – será menor, já que softwares farão seu papel”.
Substituições
Não só as profissões que exigem muita criatividade estarão a salvo, dizem os especialistas. Garçons e pessoas que passeiam com cães dificilmente serão substituídos, assim como médicos e profissionais que trabalham com alta tecnologia.
“Pensem em áreas ligadas a administração”, disse Brynjolfsson. “Atividades em que se exige a cópia de dados e alguns cálculos serão cada vez mais exercidas por computadores. Não só nos Estados Unidos – por conta do tamanho de seu mercado – mas em todos os países as posições intermediárias estão em risco”.
A McAfee ressalta, porém, que não se deve acreditar que as máquinas tomarão os espaços dos humanos, deixando-os sem nada para fazer. “A tecnologia não elimina trabalhos de uma vez. Ela pode ajudar em áreas como a da saúde, mas a distribuição dificilmente será equitativa”, alertou. “Não devemos nos preocupar com o fim das profissões, mas talvez as consequencias não nos agradarão. Precisamos observar com atenção todo esse contexto”.

“Há dez anos, quando telefonava para minha companhia de TV a cabo, dificilmente seria atendido por um computador e, daqui a uma década, os vejo pilotando carrinhos de golfe. Penso os veículos em aeroportos, como aqueles pequenos caminhões, serão autônomos”.
O especialista, porém, não vislumbra um local de trabalho sem a presença de pessoas. “Isso, por enquanto, é puta ficção científica. A tecnologia não é ruim para a economia, pois nos torna mias produtivos. O problema é que não há como prever que ela afetará todos da mesma forma. O trabalhador médio será passado para trás por ela”.
Quanto a isso, os economistas concordam: trata-se de um desafio que demandará muitas discussões e planejamento.

(Sharon Gaudin)


Fonte:http://idgnow.uol.com.br/mercado/2011/10/31/maquinas-substituirao-profissionais-e-afetarao-a-economia/

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

China se junta a fundação de Bill Gates na busca de novas tecnologias


A China acaba de fechar uma parceria que poderá gerar grandes frutos para o País e para o restante do mundo. O ministério de ciência chinês trabalhará com a fundação de nada mais que o bilionário americano Bill Gates, fundador da Microsoft, mas não na computação, onde o americano fez fortuna, mas sim na busca de novas tecnologias para a agricultura e na área da saúde.

Confira a notícia:


O Ministério da Ciência e Tecnologia da China assinou um acordo de cooperação estratégica com The Bill & Melinda Gates Foundation nesta quarta-feira (26), nos EUA. Os dois lados vão desenvolver em parceria projetos na área de agricultura moderna e saúde global, com o desenvolvimento de uma pecuária de baixo custo e alta qualidade, e de medicamentos e vacinas, a serem utilizados na China e em outros países e regiões em desenvolvimento.
Segundo o acordo, a China e a fundação vão investir recursos humanos e financeiros em uma nova forma de administrar os dados desse projeto cooperativo, aumentando a qualidade de seu gerenciamento e a eficiência das descobertas tecnológicas. Os êxitos do estudo e seu desenvolvimento serão aplicados em países e regiões em desenvolvimento, incluindo China, sul da Ásia e África do Sul, com o objetivo de reduzir a pobreza e as doenças, e de promover o desenvolvimento humano e o bem comum.

Fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2011/10/27/1s141628.htm

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Apple registra números records com os novos Iphones


As vendas do novo IPhone, com números records para empresa, nos prova a comoção gerada com a morte do criador e principal figura da empresa, Steve Jobs. É verdade que a Apple não precisava se promover as custas da morte de Jobs, mas fato é que o episódio serviu como uma espécie de mártir e dispertou a paixão de milhares de ''applemaníacos'' pelo mundo.

Notícia:

A Apple informou que vendeu mais de 4 milhões de iPhones 4S nos três primeiros dias de vendas, um recorde entre os modelos do aparelho.
O iPhone continua a ser uma peça-chave no crescimento da Apple. A companhia vendeu mais de 20 milhões de unidades no terceiro trimestre, mais do que dobro do total do ano anterior.
O aparelho também permanece como um produto forte no mercado de smartphones, apesar da concorrência acirrada com dispositivos que rodam o Android, o software do Google. A Apple espera que o iPhone 4S esteja disponível em 70 países até o fim deste ano. A companhia informou ainda que 25 milhões de clientes atualizaram seus iPhones com o iOS 5, o novo sistema operacional, cinco dias após o seu lançamento. As informações são da Dow Jones.

Fonte: http://www.portalradar.com.br/telas/sobe-e-desce/detalhes.aspx?id=7820

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

10 curiosidades sobre a grande muralha da China



A grande muralha da china é certamente uma dos monumentos mais intrigantes da historia da humanidade devido não apenas ao seu tamanho, mas também sobre todas as histórias contadas sobre ela.
Hoje o blog da Mutual vai contar 10 maiores historias/mitos sobre esse patrimônio da humanidade. Confira:

1) Ela é visível da lua?

 Várias declarações foram feitas afirmando que a muralha seria visível da lua mas isto não é verdade. É apenas mais uma lenda.Pode ser possível vê-la a olho nú, a bordo de um veículo espacial em órbita da terra, em condições de visibilidade perfeita, e se souber exatamente para onde olhar.

2) Não é uma muralha única
 Na verdade a Grande Muralha é composta de vários trechos interligados e contruídos por diferentes dinastias ao longo de 2.000 anos.Um dos trechos mais populares entre os turistas chineses é a Seção Badaling, a mais próxima da capital Beijing e que está aberto a visitação desde 1957.

3) Muitos perderam sua vida na contrução
 Registros históricos informam que pelo menos um milhão de escravos e os prisioneiros de guerra foram usados para construir a muralha. Durante a obra, muitos morreram de exaustão, doenças e inanição e seus corpos foram acrescentados ao entulho e aos vazios da obra como forma mais rápida de se dembaraçar deles. Durante séculos, a Muralha foi conhecida como o cemitério mais longo no mundo. Segundo os historiadores, cada metro linear em alguns trechos da Grande Muralha, custou a vida de três trabalhadores.

4) Qual é a sua extensão?
 É dificil responder com exatidão. Os chineses a chamam de A Muralha de 10.000 li (1 li ~ 530 metros). Cálculos aproximados indicam que ela se estendia por aproximadamente 6.450 quilômetros. Era tão longa que atravessava campos, desertos e montanhas. Nos trechos que restaram, sua altura ultrapassa 7 metros e sua largura é de 5 metros.

5) Servia só como muralha?
 Não. A cada 300 a 500 metros ao longo da muralha foram construídas plataformas e torres de vigia que serviam a vários propósitos. Desde locais de vigilância e observação, até postos de batalha, depósitos de armas e pontos para colocação de bandeiras de sinalização. Ao todo estima-se que tenham sido construídas mais de 10.000 torres.

6) Uma grande estrada
 Nos estágios iniciais foi muito usada também como estrada elevada, por onde transitavam materiais, equipamentos, mercadorias e passageiros, que assim dispunham de um local mais seguro para atravessar a selva montanhosa por onde passava a muralha.

7) Que materiais foram usados em sua construção?
 Antes do uso de tijolos, a Grande Muralha foi principalmente construída com terra, pedra, e madeira. A terra era as vezes compactada e reforçada com esteiras de tecidos trançados e usada para enchimento dos vãos.Perto de Beijing a muralha foi construída com blocos de pedra calcária. Em outros locais foram usados, granito e tijolos queimados. Em muitas seções ocidentais foi usado basicamente lama e barro, e não tijolo e pedra, tornando esses trechos mais suscetíveis ao desgaste, erosão e destruição ao longo do tempo.A parte que restou da muralha e que pode ser vista até hoje foi construída durante a dinastia Ming, com materiais mais resistentes, tais como pedras maciças que serviram para formar os lados e o topo.

8) O que resta dela?
 No início de 2004 um relatório de conservação mostrou que só um terço dos 6.450 quilômetros originais existia naquela época e a cada ano que passa o comprimento fica menor.A falta da consciência da conservação é uma ameaça séria e muitos chineses que vivem nas proximidades esquecem que a muralha está sob a proteção estatal.Nos anos 1950 o líder de chinês Mao Zedong exortou a população a "permitir que o passado servisse ao presente" e os agricultores foram induzidos e mobilizados a demolir partes dela e usar os tijolos e pedras para construir casas, chiqueiros e muros.

9) A lenda de Meng Jiangnu
 Segundo a lenda, Meng havia feito um casaco para proteger seu marido do frio do norte, enquanto trabalhava na construção. Tempos depois ela descobriu que ele havia morrido e que fora enterrado embaixo da muralha.Ela chorou tanto de tristeza que os céus tiveram pena dela e uma seção da parede rompeu-se, expondo o cadáver de seu marido para que ela pudesse oferecer-lhe um enterro decente. Feito isso, ela se suicidou para juntar-se ao marido após a morte.Um templo foi erigido em Shanghaiguan para honrar Meng Jiangnu, embora não haja nenhum registro histórico autêntico de sua existência. Ao que parece a lenda surgiu durante a dinastia Tang.

10) Alguém já saltou sobre ela?
 Em 2005 durante um evento, o skatista californiano Danny Way, 31a, após descer por uma rampa, voou através da Grande Muralha, tornando-se a primeira pessoa a cruza-la sem auxílio de motor. Ele repetiu o salto cinco vezes e que foi assistido por vários dignatários e funcionários chineses. O evento não esteve aberto ao grande público. Dois anos antes, Wang Jiaxiong da província Shaanxi, no noroeste da China, morreu ao tentar cruzar a muralha, também usando uma rampa e uma bicleta.


Fonte: http://sobretudoumpouco.blogspot.com/2008/02/10-curiosidades-sobre-muralha-da-china.html

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Mutual participa da Canton Fair 2011: Edição de outono



No dia 15 de Outubro começou a tradicional Canton Fair que chega em 2011 a sua 110º edição. Realizada duas vezes por ano, a feira é um dos maiores eventos comerciais do mundo, visitada por empresários de todos os continentes, atraídos pelas vastas ofertas e a possibilidade de negociações flexíveis que a Canton oferece.

Realiza em três etapas, a feira chama a atenção pela sua diversidade de produtos ofertados ao longo delas,  que vão de eletrodomésticos à motocicletas, passando por brinquedos,cerâmica,roupas, sapatos,artigos esportivos e  diversos outros itens.


A Mutual International  participou da Canton pela primeira vez em 1992 e este ano irá para sua quarta participação.Além de acompanhar o grupo empresarial de brasileiros, a empresa do Grupo ACD levou sua equipe de profissionais para finalizar o processo de certificação de eletrodomésticos e pneus de caminhão , adicionando assim mais de 40 novos produtos de 18 fábricas diferentes a seu catalogo, sempre no intuito de oferecer mais opções de qualidade ao seus clientes.Depois do êxito obtido no Salão Duas Rodas, o maior evento da América Latina do setor automobilístico, agora a Mutual busca o sucesso também em um dos maiores eventos comerciais do mundo e se depender da nossa equipe, acompanhada pelos diretores José Meireles e José Nasser  a empresa tem tudo para conseguir.